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28 de nov. de 2007

A brevidade da vida!

Penso sempre em como é efêmera a vida. O tempo passa com uma rapidez incrível, principalmente quando cruzamos os quarenta, e sem que percebamos perdemos preciosas oportunidades de transformar a história de alguém. Tenho a impressão de que, se tivéssemos consciência do quanto nossa vida é curta, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que Deus nos dá de abençoarmos os que estão ao nosso redor.
A Bíblia está cheia de textos que nos exortam a considerar, com diligência, o nosso tempo. Em Tiago 4.14 lemos: — Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.
Tudo neste mundo é incerto e passageiro.

Antônio das Chagas, no Século XVII, bem escreveu:
"Deus pede estrita conta do meu tempo
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta;
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo..."
Diante disso, somos desafiados a aproveitar cada momento, compreendendo que tempo perdido é tempo desperdiçado.
Medite sobre isso, meu irmão.
24 de nov. de 2007

PORQUE A PALAVRA NÃO ESTÁ FRUTIFICANDO?


Na parábola do Semeador, Jesus falou sobre quatro tipos de solo: o solo impenetrável, o superficial, o ocupado e o fértil. Os três primeiros não frutificaram. No primeiro a semente não chegou sequer a brotar. Nos dois seguintes: o solo rochoso e o solo tomado pelo espinheiro, a semente brotou, mas não frutificou. Vamos examinar o que aconteceu com a semente que caiu no meio dos espinheiros. Esse é o solo disputado por outras coisas além da semente. É o solo ocupado por outras coisas. Ouçamos o próprio Senhor Jesus: “Outra parte caiu entre os espinheiros; e os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto [...]. Os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a Palavra, mas os cuidados do mundo, a fascinação pela riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a Palavra, tornando-a infrutífera” (Mc 4.7,18,19).
Reparem nas características de um coração ocupado:
1. Um coração ocupado ouve a Palavra, mas dá atenção a outras coisas - Marcos diz que a semente caiu entre os espinhos (Mc 4.7) e Lucas diz que os espinhos cresceram com a semente (Lc 8.7). Esses espinhos formavam uma cerca viva fechada, no meio do qual alguns pés de cereal até conseguiam crescer, mas ficavam medíocres e não carregavam a espiga. Esse coração é como um campo de batalha disputado. O espírito do mundo o inunda como uma enxurrada e sufoca a semente da Palavra. Uma multiplicidade de interesses toma o lugar de Deus. Há outras coisas que fascinam sua alma. Esse ouvinte não tem ordem de prioridade correta, pois são muitas as coisas que tratam de tirar a Cristo do lugar principal.
2. Um coração ocupado é sufocado pela concorrência dos cuidados do mundo - Esse ouvinte chegou a ouvir a Palavra, mas os cuidados do mundo prevaleceram (Mc 4.18,19). O mundo falou mais alto que o evangelho. As glórias do mundo tornaram-se mais fascinantes que as promessas da graça. A concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida tomaram o lugar de Deus na vida desse ouvinte. Ele pode ser chamado de um crente mundano. Ele quer servir a dois senhores. Ele quer agradar a Deus e ser amigo do mundo.
3. Um coração ocupado é sufocado pela concorrência da fascinação da riqueza - Esse ouvinte dá mais valor à terra que ao céu; mais importância aos bens materiais do que a graça de Deus. O dinheiro é o seu deus. A fascinação da riqueza fala mais alto que a voz de Deus. O esforço para conseguir posição social, por meio de posses, segurança material, traz uma ansiedade tal que sufoca as aspirações por Deus.
4. Um coração ocupado é sufocado pela concorrência de muitas ambições - O evangelista Marcos fala de “demais ambições” e Lucas fala dos “deleites da vida”. Esse ouvinte é obcecado pelos prazeres da vida. Ele é um hedonista e não um cristão.
5. Um coração ocupado é infrutífero - A semente fica mirrada. Ela nasce, mas não encontra espaço para crescer. Ela chega até a crescer, mas não produz fruto. Esse ouvinte desvirtua-se numa coisa aparente, numa casca vazia, numa sombra pálida. É como a igreja de Sardes, tem nome de que vive, mas está morta.
Rev. Hernandes Dias Lopes
21 de nov. de 2007

O Difícil Retorno ao Primeiro Amor


“Voltar ao primeiro amor” é o mesmo que dizer voltar à “Videira Verdadeira”, retornar à seiva da Vida, volver ao lar e à intimidade do Pai, buscar e ficar no que, um dia, já foi “a melhor parte” para você.
O “primeiro amor” aniquila qualquer que seja outra forma de amar. Quando Jesus falou isto, no Apocalipse, o que Ele via era a Igreja em Laudicéia, amando a ortodoxia, a doutrina certa e o compromisso com o que é correto.
Tudo muito bom, mas tudo muito morto!
Sim! Lindo para a religião dos fiéis contra os infiéis, mas totalmente nulo ante Aquele que não nos chamou para amar doutrinas, mas sim a Ele, e isso numa relação pessoal, ou mesmo numa relação de natureza conjugal, conforme Deus com Israel, e Cristo com a Igreja. Ou seja: uma relação de amor que me põe casado com Deus em amor e em verdade.
Quem perdeu o primeiro amor perdeu a paixão da fé, o surto de carinho quebrantado por Jesus, e tornou-se acostumado ao Sublime, sofrendo de cinismo sensorial, intelectual, psicológico e espiritual.
Sabe muito. Às vezes, pensa que até sabe tudo. Mas doutrina não é Deus, e Deus não é doutrina. Deus é amor, e o justo vive pela fé, e a fé tem que ser surto de confiança em Deus, por amor. Assim, o que é a doutrina quando o que a faz valer é a verdade do vinculo de amor por Deus?
Quando Jesus falou do “ramo”, que pensa que pode existir e viver fora da Videira Verdadeira, Ele falou da presunção humana, em geral provocada pelas seguranças que a religião, a moral, a ética e filosofia, muitas vezes, supostamente concedem ao tolo que não sabe que qualquer dessas coisas não vale para Deus mais que um bolo de dejeto de vaca no curral. Aliás, qualquer dejeto vale mais para Deus do que esse “bolo” que procede da presunção da autonomia humana em relação ao amor ao Senhor e aos Seus filhos.
Ora, se Paulo disse que “sem amor nada aproveitará”, ele quis dizer exatamente o que disse. Sim, pois nada será em significado para Deus, se não existir pelo amor, posto que, como Deus é amor, só é de Sua essência aquilo e aquele que é em amor.
As demais coisas existem. Mas somente o que é em amor é de fato para Deus!
O amor é a única matéria que existe em qualquer construção para a eternidade!
O “ultimo amor”, segundo Jesus no Apocalipse, é feito de obras, de feitos, de atividades, de performances justas e sérias, de ortodoxia, de respeitabilidade que zela por si mesma como imagem coerente, e que diz que tudo isto é assim porque a pessoa, ou a instituição, representam Jesus no mundo.
É mais cômodo falar de amor do que amar, criar entidades que sirvam à comunidade do que amar a uma pessoa; é mais fácil criar o que for como obra de bondade, do que ser bom e simples, sem observadores e sem testemunho a dar, mas apenas por que o amor é o fruto natural da Árvore de Vida da qual se é somente um ramo.
É mais fácil cozinhar para Jesus e limpar a casa para Ele, do que ficar quieta aos pés Dele, deixando a verdade revelar o próprio coração. Marta fugia da grande entrega. Maria descobrira que o mundo acabara depois dela ter visto Jesus.
Mas crer como se crê no início [como uma criança] é coisa que a nossa “maturidade” repudia. Afinal, para que descobrir, aprender sempre, sorrir de tudo o que é belo e novo, deixar-se surpreender, e entregar a vida às decisões invisíveis do Amor? Sim! Para que confiar na fidelidade invisível do amor de Deus? E por que dar valor absoluto àquilo que o mundo nem admite que seja verdade ou realidade?
É por tudo isto que é muito difícil voltar ao primeiro amor. Sim! Depois de tanta história e experiência? Depois de tanta realidade? Depois de tanto estrada fora do caminho sobremodo excelente? Sim! A gente fica cínico e curtido! A gente fica “casca grossa”, como de diz na linguagem do Jiu-jitsu. Pois, para cada fato novo, tem-se uma história nossa. Para cada milagre a gente tem dezenas para contar. Para cada ação de Deus existem as Dele para conosco, as quais compõem o nosso livro de Atos Pessoais.
E pior: dependendo da pessoa, o que nela se instala é descrença mesmo, e, assim, mantém-se na Estrada, porém fora do Caminho, à parte da Videira, fabricando amor para ela mesma nos outros, mas longe do primeiro amor em Deus.
Assim, nenhuma conversão é mais difícil do que aquela que nos leva do último amor feito de obras, ao primeiro amor feito de amor, de amor que dá fruto sem ter que fazer nada, assim como as mangueiras aqui de casa se derramam em mangas às centenas, sem que isto lhes seja um esforço ou mesmo uma tarefa. Elas não se gloriam das mangas que dão.
Elas mangam porque são mangueiras. Mangar significa fazer pouco. Dizer que elas mangam é dizer que elas fazem pouco. Assim, as mangueiras mangam das obras que não são, simplesmente, a vagabundagem da natureza que dá o que dá apenas porque é o que é e como é.
Não caia no engano de pensar que, porque você criou uma fábrica de obras, isso significa que você está dando fruto para Deus.
Em Deus somente o amor dá fruto, e sem amor nada é além de obra. Obra que outros aproveitarão, mas que para você de nada aproveitarão. Jamais!
O que escrevi já basta por hoje!
Pense e ore. E o que aqui está levará você da Estrada para o Caminho sobremodo excelente.
NELE, que é amor e que só ama com amor e que só chama de verdade o que é feito de e com amor,
Caio Fábio - 20/11/07
Lago Norte – Brasília - DF
18 de nov. de 2007

O que a Bíblia diz sobre a Homossexualidade?


No momento em que a sociedade brasileira, através do Congresso Nacional, está discutindo a chamada “lei da homofobia”, nada mais oportuno do que analisar a Escritura Sagrada e verificar o que Deus tem a nos dizer sobre esse assunto.
Muitos gostam de dizer que a Bíblia não condena a homossexualidade. Vários textos são citados, fora de contexto, e os versos que as pessoas usam para mostrar que a homossexualidade é errada, são explicados por aqueles que querem entender que a forma de expressar a sexualidade é uma opção do ser humano. Neste sentido, percebe-se que o mundo quer transformar as palavras de Deus e os seus significados em algo mais apropriado aos seus desejos pecaminosos. Todavia, a verdade permanece: A Bíblia condena a homossexualidade como um pecado. Reparem no ela diz, em Levítico 18.22 —Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; pois isso é abominação.
Ainda em Levítico 20.13, a Palavra de Deus diz — Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse com mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos; o seu sangue será sobre eles.
No Novo Testamento, Paulo, escrevendo sua Primeira carta aos Coríntios 6.9-10, diz — Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
Também em Romanos 1.26-28, lemos — Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro. E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm.
A homossexualidade é assim, claramente, condenada pela Bíblia. Ela vai contra a ordem estabelecida por Deus. O Senhor criou Adão e, então, fez uma mulher. Isto é o que Deus ordenou, e é o que é correto. Diferente de outros pecados, a homossexualidade tem um julgamento severo administrado pelo próprio Deus. Este julgamento é simples: eles [os praticantes de tal pecado] são entregues às suas paixões. Isto significa que é permitido que seus corações sejam endurecidos pelos seus pecados (Romanos 1:18ss). Como resultado, eles não podem mais ver o erro que estão fazendo. Sem uma consciência de sua iniqüidade, não haverá arrependimento e confiança em Jesus. Sem Jesus, eles não terão perdão. Sem perdão, não há salvação.

Como deve ser a Resposta Cristã ao Homossexual?
Simplesmente, porque alguém é um homossexual, não significa que não possamos amá-lo, ou orar por ele. A homossexualidade é um pecado e, como qualquer outro pecado, necessita ser tratado com o único modo possível. Tal pecado precisa ser deixado aos pés da cruz; deve haver arrependimento e abandono dessa prática que ofende a Deus.
Como cristão, você deve orar pela salvação do homossexual, da mesma forma como você ora por qualquer outra pessoa em pecado. O homossexual ainda é alguém feito à imagem de Deus — embora ele esteja em grave pecado. Portanto, você deve mostrar por ele a mesma dignidade que você demonstra para com outros com quem tem contato. Contudo, isto não significa que você deve aprovar o seu pecado. Não comprometa seu testemunho cristão por uma opinião sociavelmente aceitável, que é vazia de piedade. Que Deus tenha misericórdia dos homossexuais, e que cada um de nós ore e tenha compaixão por eles, embora abominemos, como Deus abomina, tal pecado.
Em amor, Rev. Pedro Corrêa Cabral
14 de nov. de 2007

Lições que só Deus Ensina


Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios” (Salmo 90:12)
A vida é uma escola. Ela nos ensina a ser espertos, calcular riscos, a investir para receber mais e, especialmente, a cuidar de nós mesmos. Mas não é exatamente isso que o Salmo 90.12 recomenda. Esta peça poética de Moisés concede preciosas lições a todos os que perceberam que somos mal orientados, se não buscarmos instrução do Senhor. Uma vez que o profeta foi inspirado por Deus, estamos certos de que essa orientação não pode ser encontrada em nenhuma outra escola. Isaías prometeu (e Jesus repetiu) que Deus ensinaria aos que, seriamente, desejassem matricular-se em Sua escola (Is 54.13; Jo 6.45).
É uma oração que articula este pedido: Ensina-nos a contar nossos dias. O tempo não pára. Ele passa. Alguns se preocupam com o envelhecimento somente quando os anos já se passaram. Não ouviram a advertência do Pregador: Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias... (Ec 12.1). Os dias desperdiçados são justamente os que não trouxeram nenhuma lição sábia ao coração. Mesmo que a maioria dos homens despreze a instrução que vem do Criador, o fiel servo pede, insistentemente, que Deus o ensine o que tem importância eterna.
A educação secular valoriza informação e inteligência. Quem sabe mais pode resolver problemas mais eficientemente e, assim, tem vantagem. As escolas se interessam mais por matricular os melhores alunos. As universidades de elite despejam seus formandos nas profissões, nas indústrias, nos laboratórios e nos altos escalões do governo. Os benefícios financeiros são invejáveis. A sociedade reputa mais feliz quem desfruta mais privilégios neste mundo globalizado que promove e enriquece seus melhores jogadores. Valores secundários, tais como distribuição justa de renda, cuidado especial aos marginalizados e esquecidos têm menos importância. E nem se fala da busca do Reino de Deus em primeiro lugar.
Mas o lado negativo dessa corrida à busca do conhecimento e das vantagens materiais coroa seus corredores mais bem sucedidos, como já foi descrito por um dos seus mais famosos adeptos: Mark Twain, escritor americano. Ele utilizou seu extraordinário talento para escrever livros há mais de cem anos. Suas obras são conhecidas e apreciadas por milhões de crianças e de adultos. Declarou esse ateu, em sua autobiografia: — “O único presente não envenenado que a vida concedeu é a morte”.
No Salmo 90, Moisés pede que Deus nos ensine a contar os nossos dias para alcançar um coração sábio. Consideremos alguns elementos chaves nessa oração: Primeiro, somente Deus conhece quantos dias restam da nossa vida. A certeza da morte é inegável. Igualmente certo é o fato de que ninguém sabe em que dia ela virá. Deus, nosso Professor Supremo, conhecedor de todas as coisas, marca a carga horária na escola da vida. Ele é quem assina o diploma ou reprova os alunos.
Segundo, os melhores alunos pedem a ajuda de Deus para evitar o desperdício do tempo. Dias não-contados referem-se a dias não-aproveitados, horas em que nada se fez, ou não se aprendeu nada de valor. Nenhuma influência sadia impediu alguém de ir em direção a Deus.
O homem que quer aprender a sabedoria de Deus avalia tudo à luz da eternidade.
Terceiro, o objetivo das lições de Deus visa alcançar um coração sábio. Ele mostra o caminho e motiva seus servos a progredir nessa direção. O Senhor revelou sua infalível Palavra para ser luz e lâmpada para os pés dos que andam nos caminhos sinuosos deste mundo.
Quarto, o que quer dizer “coração sábio”? Estas palavras têm um paralelo na mensagem de Paulo: Não cessamos de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual. (Cl 1.9). Se Deus nos ensina, clara e inconfundivelmente, Sua vontade, não ficaremos mais presos à cegueira que baseia suas decisões no acaso de loteria. Infinitamente melhor, é escolher sob a direção daquele que conhece o futuro tão plenamente como o passado (Rm 8.14). Sabedoria quer dizer inteligência que enxerga bem, além do horizonte desta vida curta e insegura. Escolher de acordo com a orientação bíblica permite ao servo ecoar as palavras do famoso missionário David Brainerd no limiar da morte. “Não teria vivido a minha vida diferentemente do que vivi por nada neste mundo”. Jim Elliot, inspirado pela sabedoria de Brainerd, foi morto por uma lança dos selvagens aucas no Equador, em 1956. Disse o mártir: “Não é tolo quem deixa o que não se pode reter para alcançar o que não se pode perder”.
Quem, além de Deus, pode ensinar a um filho de Adão essa realidade? Ninguém nasce sábio. Pecadores buscam prazer e sucesso com uma visão curta. Não olham além da morte física, enquanto o homem que quer aprender a sabedoria de Deus avalia tudo à luz da eternidade. Paulo disse que, se recebermos sabedoria e entendimento espiritual, devemos viver (...) de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado (Cl 1, 10). Uma definição de pecado destaca precisamente esse aspecto - desagradar a Deus agindo de maneira indigna do Pai que nos gerou pelo Seu Santo Espírito.
Moisés percebeu a importância de se alcançar sabedoria. Durante quarenta anos foi instruído em tudo o que havia de melhor da sabedoria humana. Matou o egípcio que maltratava um israelita. Foi uma decisão aparentemente inteligente, mas não sábia. Depois fugiu para Midiã onde teve tempo para as aulas de Deus. Por quarenta anos, foi adquirindo sabedoria do alto que lhe serviu tão bem durante os últimos anos do governo do Povo Escolhido. Mesmo sendo Moisés um servo humilde, Deus o escolheu para conduzir Israel, tirando-o do Egito até a Terra Prometida, e para escrever os primeiros cinco livros da Bíblia. Foi esse mesmo Moisés quem escreveu o Salmo 90 e gravou esse pedido de ajuda para contar os seus dias de modo que alcançasse a sabedoria. Dias são desperdiçados porque não os contamos como preciosas pérolas que podem ser trocadas por sabedoria do alto. O Salmo 90.12 aponta na direção do verdadeiro sucesso. Pedir a instrução do Criador infinito em poder e sabedoria é o único meio de chegarmos ao fim da vida felizes e bem-sucedidos aos olhos de Deus. Para se viver bem, no mundo e no céu, sabedoria do alto é tudo! Jonathan Edwards sabia que a sabedoria celestial valia mais que dinheiro ou fama. Ele e sua santa mulher tiveram setecentos e vinte e nove descendentes. Dessa família surgiram trezentos pregadores, sessenta e cinco professores universitários, treze reitores de universidades, sessenta autores de bons livros, dois deputados do congresso americano e um vice-presidente do país. Que explicação única haveria para um fenômeno como a família de Edwards, senão a busca de um coração sábio vindo de Deus e a valorização do tempo que o Senhor lhe concedeu?
Pr. Russell Shedd
12 de nov. de 2007

A Graça de Deus


O que é graça? Todos nós falamos em graça soberana de Deus, ou da graça salvadora, mas será que sabemos, realmente, o que signifoca essa graça?
Penso que muitas pessoas, infelizmente, não sabem. Algumas falam de "graça comum", sugerindo que Deus é gracioso para com todas as pessoas. Agora, reparem, se estas pessoas realmente soubessem o que é graça, jamais pensariam que tal graça é comum. E nessa linha de raciocínio, há aqueles que afirmam que Deus não pode ser gracioso, caso ele não salve todo o mundo, ou pelo menos dê a todos uma chance de savação. Todavia, se estas pessoas soubessem o que é graça, não pensariam dessa forma.
Podemos não saber tão bem quanto pensamos o que é graça. Mas, será que sabemos que a graça é um atributo de Deus? Será que sabemos que Deus é gracioso em si mesmo, e que Ele seria gracioso mesmo que nunca tivesse nos criado, mesmo que ninguém fosse salvo? E mesmo assim, a graça continuaria a ser um atributo de Deus, isto é, uma de suas belezas. Isso significa dizer que Deus ainda seria gracioso, mesmo que não fôssemos os alvos e recipientes de sua graça.
Esse é o significado quando dizemos que graça é um atributo de Deus. A graça não somente caracteriza o tratamento de Deus para conosco. A graça pertence ao que o Senhor é, e ele não pode deixar de ser gracioso, tanto quanto não pode deixar de ser o Deus Todo-Poderoso.
Muitas vezes, definimos graça como "favor imerecido". Embora isso não seja incorreto, não é uma definição completa de graça, Essa descrição é simplória e apenas descreve a graça de Deus para conosco, enfatizando o fato de que a sua graça salvadora é livre e soberana. Ou seja, Deus não deve essa graça a ninguém.
Mas, tal definição não nos diz o que a graça é como um atributo de Deus.
Como a definição comum sugere, ela é favor de Deus. Portanto, quando dizemos que graça é um atributo de Deus, queremos dizer que Deus é favorável para consigo mesmo. Ou seja, isso significa, simplesmente, que Deus ama a si mesmo em primeiro lugar e deseja sua própria gloria acima de todas as coisas, algo que a Escritura ensina claramente.
A palavra graça também tem o significado de encanto ou beleza, especialmente um encanto ou beleza interior, que é evidente em tudo, desde a conduta até a maneira de falar de uma pessoa. Assim, nos referimos a uma pessoa como sendo graciosa, por sua maneira de falar ou de se conduzir. A própria Escritura fala de certas pessoas, achando graça ou favor (sendo bela) aos olhos de Deus (Gênesis 6.8; Lucas 1.30).
Quando dizemos que Deus é gracioso, queremos dizer que em tudo, desde a sua glória, ele é belo e encantador acima de todas as coisas mais, e que a beleza de sua pureza e glória interior brilha em todas as suas ações e palavras. Assim, ele encontra favor aos seus próprios olhos. Como três pessoas em um Deus, ele ama a si mesmo e às suas obras acima de tudo e considera sua obra incomparavelmente encantadora. Isso é o que é graça como um atributo de Deus.
Não é humilhante pensar que Deus não precisa de nós para ser gracioso? Ele é para sempre gracioso em si mesmo, e seria mesmo que não tivesse salvo ninguém. Que ele salvou é, portanto, uma grande maravilha e algo pelo qual nunca deveríamos cessar de agradecê-lo.
Rev. Ronald Hanko
9 de nov. de 2007

O Poder de Deus


Agradeço muito a meus pais. Eles tinham, virtualmente, poder total sobre a minha vida, mas não usaram a sua autoridade para me sufocar. Ao contrário, porque se importavam profundamente com o meu desenvolvimento e com o meu futuro, eles me deram a sua bênção para que eu fosse tudo quanto pudesse ser.
Em relação a Deus é exatamente assim. Embora Ele seja inegavelmente poderoso, Ele também escolheu ser um Deus que compartilha poder. Um Deus-Pai que se importa conosco o bastante para estar desejoso de nos impregnar com a Sua força, se mantivermos com Ele comunhão e compromisso.
Ele pode nos dar poder, na medida em que o poder se faz necessário. Não podemos encontrar paz quando estamos aterrorizados, resistência, quando estamos vazios, e coragem, quando estamos acovardados.
Como cristãos, nossos objetivos na vida devem convergir para que "Cristo nos ocupe totalmente o ser", conforme Paulo nos diz em Gálatas 4:19.
Quando admitimos, honestamente, que não podemos caminhar por nós mesmos, aí então, encontramos as veredas da submissão, do crescimento e da maturidade. É quando descobrimos que precisamos, de fato, do poder de Deus.
Pedro Corrêa Cabral
6 de nov. de 2007

A Contemplação do Belo



Precisamos voltar a reconhecer a harmonia e a grandeza da criação e da obra de Cristo e celebrar a beleza da presença de Deus na vida e na história.
Vivemos numa sociedade tecnológica que valoriza mais a ação e a funcionalidade do que a contemplação. Ao reverter estes valores, terminamos por exaltar a produtividade, dando ao homem a prerrogativa de ser ele o agente que fabrica a realidade a partir das ferramentas tecnológicas que possui. O meio e o fim são invertidos, e a vida passa a ser medida pelo sucesso, desempenho e eficiência. Somos constantemente desafiados a ter vida, ministério, trabalho, família, lazer ou sexo com propósito – tudo muito pragmático e funcional. A quantidade de livros com as famosas receitas de “como” enchem nossas livrarias: “Como ter uma família saudável”, “Como obter o melhor de Deus” ou “Como desenvolver um ministério eficaz”, reduzindo a vida a esquemas produtivos. É a nova mentalidade tecnológica transformando as complexidades humanas e espirituais em pequenos defeitos que podem ser consertados com o uso correto de um bom manual e das ferramentas que ele sugere. A felicidade e a realização estão no resultado. A beleza está no produto final, e não no que é simplesmente belo. Uma das grandes perdas que temos sofrido, com a alta tecnologia da sociedade pós-moderna e a obsessão pelo sucesso, é a da percepção da beleza. Valorizamos cada vez mais a eficiência e cada vez menos a arte. Preferimos o “fast food”, e não mais saborear uma boa refeição. Substituímos o real e o natural pelo virtual e pelo plástico. Vivemos como um turista que leva nas viagens suas câmeras e filmadoras digitais para não perder tempo contemplando a beleza da arte ou da criação. A aparência nos impressiona mais do que a realidade. Dentro de nossas igrejas, o efeito da mentalidade tecnológica é sutil e devastador. Imaginamos que se temos uma boa liturgia, boa música e coreografia, teremos um bom louvor e uma boa adoração. Se temos um programa eficiente, teremos um bom e fiel ministério. Se temos um bom sistema de integração de visitantes, teremos uma boa comunhão. A tecnologia nos afasta do belo e o reduz a um programa que nos ilude e nos leva a pensar que a beleza está na eficiência do produto e não mais no olhar, no gesto de fé e coragem, na criatividade ou num simples sorriso. A incapacidade de perceber a beleza é um dos sinais mais evidentes de que temos perdido nossa relação pessoal com Deus. Falamos mais sobre a utilidade da obra da cruz e menos da beleza do crucificado. Somos mais atraídos pela funcionalidade da igreja e por suas atividades do que pela beleza da comunhão de amor e amizade entre os santos. Somos cada vez mais seduzidos pelos encantos de uma vida bem sucedida do que pela beleza da santidade. No entanto, a alma humana anseia pelo que é belo. Anseia pela harmonia da criação, pela nobreza da vida em comunhão, pela pureza do amor, pela glória da ressurreição, pelas realidades não visíveis. É a beleza que sustenta o coração em meio à dor e ao desespero. Santo Agostinho fez esta pergunta: “Podemos amar outra coisa senão a beleza?” Quando olhamos para a lista que o apóstolo Paulo nos apresenta das obras da carne, vemos ali um conjunto assimétrico, sem harmonia e sem beleza. São expressões que descrevem as formas mais bizarras de egoísmo, exploração, mutilação e destruição. Mas quando ele abre a lista do fruto do Espírito, vemos uma relação simétrica, harmoniosa e bela que nos atrai para Deus e o próximo. As “bem aventuranças” também são belas pela sua harmonia. A cultura moderna valoriza mais as obras da carne como expressões de realização e liberdade, do que o fruto do Espírito. Isso revela o grau de alienação em que vivemos. O livro do Cântico dos Cânticos é um convite à contemplação da beleza e da harmonia: “Como você é linda, minha querida! Ah, como é linda!”; ou “Como você é belo, meu amado! Ah, como é encantador!” A beleza contemplada em Cantares não é apenas estética. Ali, o belo é a harmonia de tudo o que existe dentro e fora, e de tudo o que envolve Deus e sua criação. O belo existe para ser contemplado. Não é sua utilidade ou propósito que nos atrai, mas sua beleza e harmonia. Ele pode até ser útil, mas não é isso que nos fascina. O belo não precisa ser útil para ser belo. O salmista nos convida para “adorar a Deus na beleza da sua santidade”. O ser Santo de Deus nos atrai porque revela a harmonia de todos os seus atributos (amor, justiça, misericórdia, bondade, poder...) e a harmonia em toda a sua criação – “Viu Deus que tudo era muito bom”, conforme o Gênesis. Santo Agostinho em suas confissões, diz: “Que amo eu, quando vos amo? Não amo a formosura corporal, nem a glória temporal, nem a claridade da luz, tão meiga destes meus olhos, nem as doces melodias das canções de todo o gênero, nem o suave cheiro das flores, dos perfumes ou dos aromas, nem o maná ou o mel, nem os membros tão flexíveis aos abraços da carne. Nada disso amo, quando amo meu Deus. E contudo, amo uma luz, uma voz, um perfume, um alimento e um abraço, quando amo meu Deus; brilha para a minha alma uma luz que nenhum espaço contém, onde ressoa uma voz que o tempo não arrebata, onde se exala um perfume que o vento não esparge, onde se saboreia uma comida que a sofreguidão não diminui, onde se sente um contato que a saciedade não desfaz. Eis o que amo, quando amo meu Deus”. Para Agostinho, seu encontro com Deus trouxe de volta a harmonia e a beleza. Para ele, amar a Deus envolve, entre outras coisas, romper com o caos, recuperar os sentidos, olhar em volta e perceber a graça e a bondade de Deus na luz do sol, na escuridão da noite, na ingenuidade infantil e nas tribulações da vida. Precisamos recuperar a contemplação e o belo numa cultura pragmática e fortemente determinada pelas forças do mercado. Precisamos resistir à pressão pela produtividade. Precisamos voltar a entrar na igreja simplesmente para adorar a Deus na beleza de sua santidade e reconhecer: “Que magníficas são, Senhor, as tuas obras! Quão profundos são os teus pensamentos!” Precisamos voltar a reconhecer a harmonia e a grandeza da criação e da obra de Cristo e celebrar a beleza da presença de Deus na vida e na história, para que a oração recupere seu significado.
Ricardo Barbosa de Souza - conferencista e pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasilia.
3 de nov. de 2007

PEDIDOS DE ORAÇÃO


A 1ª I.P. do Tabuleiro está em oração pelos irmãos aqui listados:
Givanildo (família e emprego); Gil (emprego); Vicente (enfermidade-esposo da irmã Neuza); Internos do Desafio Jovem de Alagoas; Joelma (família); Graça (vida espiritual); Render Victor de Oliveira (vida espiritual- libertação de drogas); Pâmela e Fábio (de Campinas - iluminação do Espírito Santo); Mac Dowell (libertação); Irmã Neuza (de Botucatu, SP – vida espiritual da família); Família Holanda (vida espiritual); Irmão João (fortalecimento na fé); David Mishain (Cianorte, PR – pela família); Missionários da APMT.
Que Jesus os abençoe e derrame o seu Santo Espírito sobre cada um.

CALENDÁRIO DO MÊS de NOVEMBRO


Estamos em plena primavera
Dia - Evento
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11 – Dia Nacional da SAF
- Consagração da Mocidade – 07:30 hs
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18 – Consagração da Mocidade – 07:30 hs
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25 - Consagração da Mocidade – 07:30 hs
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1 de nov. de 2007

PASTORAL DE NOVEMBRO


DEUS USA OS "DESQUALIFICADOS"!
Você pensa, meu irmão, que não é suficientemente sábio, ou suficientemente ilustre, ou suficientemente forte, ou suficientemente qualificado para ser usado por Deus no testemunho de Cristo, ou num ministério da igreja? Se você pensa isso, considere as qualificações de Moisés e anime-se! Pelos padrões humanos, o libertador de Israel da escravidão do Egito deveria ter sido uma figura heróica desde o princípio, alguém com quem o seu povo pudesse se relacionar como sendo um deles, alguém que pudesse ser respeitado pela sua posição na comunidade, por sua consagração a Deus, ou por algum grande feito. Contudo, Deus escolheu a Moisés para ser o libertador de Israel quando, humanamente falando, ele era absolutamente desqualificado para aquela missão.
Moisés era filho de pais judeus e tinha um coração cheio de amor por seu povo, mas as suas “qualificações” terminavam aí. Ele havia sido criado como neto de Faraó, o opressor e o responsável pelo assassinato de muitos judeus. Suas vestimentas e costumes eram tão característicos dos egípcios que as filhas de Reuel pensaram que ele fosse egípcio (Êx 2:17-19). Mas, não somente isso! Reuel era sacerdote de uma religião pagã, e Moisés se tornou seu genro, casando com sua filha, Zípora. Convenhamos, portanto, que estas não eram, exatamente, as qualificações que se esperava para um libertador do povo judeu! Além disso, não somente a aliança de Moisés com uma família pagã podia ser considerada como uma grande barreira, mas também as referência sobre seu caráter eram, pelo menos, altamente duvidosas. Ele cometeu um homicídio e fugiu do Egito. Assim, durante quarenta anos, enquanto os filhos de Israel estavam sofrendo na escravidão, Moisés ficou afastado, numa localidade midianita, sem recursos, cuidando de ovelhas, uma profissão que os antigos consideravam pouco nobre. E mais, quando Deus chamou Moisés, ele estava numa idade avançada e era um fracasso ao falar (Ex 4:10). Também hesitou muito em aceitar a tarefa que Deus lhe incumbira.
Se a decisão fosse sua, irmão, será que você contrataria um homem assim? Provavelmente não! Mas foi esse homem que Deus usou para tirar o Seu povo da escravidão; foi esse homem que Deus usou para conduzir a nação de Israel no deserto por quarenta anos. Foi esse homem que Deus usou para escrever os cinco livros da Lei, o Pentateuco. Você e eu, talvez, nunca teríamos usado um homem assim, tão desqualificado, mas Deus usou! Deus não usou Moisés porque ele era um grande homem. Moisés tornou-se um grande homem porque foi usado por Deus. Deus pode usar você também, se você estiver disposto. Talvez, você nunca fique famoso como Moisés, mas você será um vaso de bênção no serviço do Senhor. Neste sentido, medite em 1 Co 1:26-29 — Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus.
Em amor, Rev. Pedro Corrêa Cabral