Copyright © Primeirona
Design by Dzignine
25 de jan. de 2008

Crentes encontrados nas igrejas evangélicas


Assim como numa família, cada filho tem uma maneira de ser. Na Igreja de Cristo não poderia ser diferente. De uma forma bem-humorada, eis abaixo os tipos de crentes que podem ser encontrados em qualquer igreja evangélica:
1) O crente FREEZER: Ele é sempre frio e impassível. O culto foi maravilhoso, o coral cantou como os anjos, a glória de Deus foi manifesta, muita emoção... mas ele continuou lá, firme: não moveu um músculo, não "viu" nada, não "sentiu" nada, não se abriu ao amor, à Graça...
Passagem bíblica preferida: "Nós vos tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações e não chorastes" (Lucas 7.32)
2) O crente QUIABO: esse é difícil de "pegar", escorrega sempre. Ele nunca pode ir a um trabalho especial da igreja, ele nunca pode assumir nenhum cargo ou responsabilidade... E tem sempre uma "desculpa" pronta para dar a quem o questionar.
Passagem bíblica preferida: a de Jonas sendo chamado por Deus para ir a Nínive, mas pega um navio em direção contrária.
3) O crente LACRIMOSO: ele nunca está bem, pois na sua visão tem sempre alguma coisa errada em sua vida e, pra ele, sempre há uma benção "faltando" acontecer para sentir-se satisfeito. Na verdade, Deus está dando, mas ele não está vendo. No fundo, ele pensa assim: "Deus não se importa comigo".
Passagem bíblica preferida: "Até quando, Senhor, esquecer-te-ás de mim para sempre?" (Salmo 13.1)
4) O crente EXPLOSIVO: Cuidado! Não mexa com ele, pois ele tem o pavio curto e está sempre prestes a "explodir", e você pode ser a gota d´àgua.
Passagem bíblica preferida: quando João pede a Jesus para descer fogo do céu e consumir os samaritanos (Lucas 9.54).
5) O crente NÃO-MUDO-NUNCA: você pode mostrar na Bíblia, falar que não é da forma como ele pensa, mas não tem conversa: ele já tem a visão dele, pois foi assim que aprendeu, e não adianta insistir, pois ele afirma que não vai mudar de opinião!
Passagem bíblica preferida: todas as de Pedro antes da conversão.
6) O crente MANHOSO: temos de ter cuidado ao falar com ele. Uma palavra "mal colocada" e.... nunca mais o vemos. Ele é muito sensível e quase tudo o desagrada. É difícil aos irmãos e ao pastor fazê-lo satisfeito.
Passagem bíblica preferida: quando os discípulos reclamam as palavras de Jesus: "Duro é esse discurso, quem o pode ouvir?" (Joã0 6.60)

Daniel Rocha, pastor da Igreja Metodista em Itaberaba, SP
15 de jan. de 2008

Separados para Sermos Santos


Como podemos viver uma vida profunda diante de Deus? Uma vida sem falta de compromisso? Paulo nos responde em Efésios 1.1 - Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, aos santos que estão em Éfeso, e fiéis em Cristo Jesus...
Sabemos que o cristianismo provavelmente chegou a Éfeso por meio de Áquila e Priscila, quando Paulo fez ali uma breve parada em sua segunda viagem missionária (Atos18.18-19). Em sua terceira viagem missionária, ele permaneceu na cidade por quase três anos, e o evangelho se propagou por toda a província romana da Ásia (Atos19.10).
A cidade era um centro comercial, político e religioso. Nela havia vários templos destinados à adoração aos imperadores. Seu templo mais famoso demorou 120 anos para ser construído e era dedicado à deusa Diana. Este templo foi considerado uma das sete maravilhas da antigüidade. Diana era adorada em toda a Ásia e Europa. O culto da deusa da fecundidade era celebrado por meio de prostituição sagrada. É neste contexto de uma cidade voltada para a idolatria e para o culto a Diana, que Paulo diz para a igreja de Éfeso ser santa na presença do Pai.
O termo santo no Antigo Testamento (Kadosh), quer dizer “pessoa separada por Deus”. No Novo Testamento significa “alguém separado para pertencer exclusivamente a Deus”. Paulo endereça esta carta com a pressuposição de que seus leitores são pessoas realmente convertidas e separadas para Deus.
Quando acontece o ato da regeneração feita pelo Espírito Santo de Deus no nosso coração, somos tornados santos. Ou seja, Deus nos trata por meio de Cristo como pessoas santas, puras. Mas, olhe para dentro de você mesmo e veja se há possibilidade de você ser chamado de santo!
Há a possibilidade sim, somos santos de Deus. Mas, não dá para se conformar com esta afirmação, quando olhamos para os nossos pecados, para o desejo sexual de possuir a menina bonita, para o desejo de acabar com aquele besta que atrapalha a nossa vida, para aquele amigo da Faculdade que humilhou a gente e a vontade que vem é a de dar um murro na boca dele. Não dá para se conformar com esta afirmação quando olhamos para o fato de que não conseguimos obedecer aos nossos pais, não conseguimos parar de colar na Faculdade, no Colégio. De roubar as horas no trabalho, de ser caloteiro no bairro e tantos outros deslizes mais.
A grande verdade é que Deus chama pessoas ruins, pobres, ricas, soberbas, orgulhosas, mentirosas, assassinas, adúlteras para serem santas. Ele vem e transforma o coração destes para serem santos. Apesar de sermos miseráveis, Deus nos dá uma bênção extraordinária: Ele, em Jesus, nos torna santificados, nos dá uma condição de sermos tratados como pessoas imaculadas. Então, saibamos de algo para nossa vida: não importa qual seja o estado de pecado. Deus nos trata como santos porque Ele jamais nos olha diretamente. Ele nos olha em Jesus e por isso, ele vê santidade em nós. Se estamos em pecado, nos lembremos de que fomos santificado em Cristo Jesus. Ele nos chamou para a santidade. Portanto, não podemos permanecer no estado de prática constante de pecado. Pecado não tem nada a ver com santidade. Carniça é para urubu. E não somos mais impuros no sentido de regeneração, somos santificados. Não podemos mais viver pecando. Pecado agora é um acidente na vida cristã. Ele não pode dominar mais a nossa natureza santificada por Deus pela obra profunda da cruz de Jesus de Nazaré.
Deus está falando conosco: aos santos que vivem no mundo. Não somos mais presas de Satanás, somos santos de Deus. Embora pecadores miseráveis, somos pela graça chamados para a santidade. Por isso, Jesus disse aos seus discípulos: “Portanto, sede vós perfeitos, como perfeito é o vosso Pai Celeste” (Mt. 5:48).
Que a graça dEle seja sobre nós para que a cada dia sejamos santos!!!
Rev. Alcindo Almeida
12 de jan. de 2008

Maturidade em Cristo


Amadurecer implica caminhar perseverantemente em direção a Cristo, de tal forma que sua vida gloriosa seja vivida por nós pelo poder do Espírito Santo.
O caminho e a forma da maturidade cristã nunca foi muito claro, pelo menos para mim. Durante muito tempo, ser um cristão maduro significava ser uma pessoa moralmente correta e de valores elevados e nobres. Esta forma estóica de compreender a vida cristã teve grande influência nos anos 60 e 70, quando a espiritualidade era associada a um modelo de moral cristã. Naquele tempo, ser um crente maduro significava ser uma pessoa casta, honesta, íntegra, comprometida, responsável com as próprias obrigações e com certo grau de heroísmo em suas ações e renúncias. Reconheço que são valores bons e altruístas e que representam, de alguma forma, o testemunho de um cristão; mas não me parece que ser um cristão maduro seja apenas isso.
Uma outra forma de identificar um crente maduro tem sido pela sua capacidade de articular bem a teologia e a doutrina cristã, principalmente se for de uma corrente mais conservadora. O zelo pela Palavra de Deus, a firmeza das convicções, a segurança na proclamação e defesa da fé evangélica e a lealdade para com confissões históricas sempre foram considerados um sinal de maturidade. E a maturidade cristã passa, de alguma forma, por este caminho; mas não acredito que ela se restrinja somente a isso, nem mesmo numa combinação com o anterior.
Alguns afirmam que a verdadeira maturidade cristã acontece quando tudo se transforma em experiências concretas e pessoais – por meio do poder do Espírito Santo, a moral deixa de ser um simples moralismo para se transformar numa manifestação viva do poder de Deus. Assim, pecadores são transformados em santos, e o conhecimento, o zelo e a defesa da verdade evangélica deixam de ser realidades intelectuais e se transformam em testemunho vivo e poderoso da graça de Deus. Concordo. Mas ainda penso que a questão vai um pouco além.
Uma outra forma de considerar a maturidade cristã é vinculando-a com um tipo de “bem estar” emocional. A influência da psicologia moderna na experiência cristã é um fator importante nessa nova compreensão do processo de amadurecimento cristão. Ser uma pessoa emocionalmente bem resolvida, realizada, que não carrega sentimentos de culpa, que goza de relacionamentos mais “profundos” e superou as limitações dos modelos moralistas das estruturas religiosas opressoras, é sinônimo de maturidade. De certa forma há uma contribuição positiva nisso tudo, mas que apenas tange o propósito divino.
Em sua carta aos filipenses, Paulo nos apresenta um caminho para a maturidade espiritual e cristã. Do ponto de vista moral e legal, Paulo poderia ser considerado uma pessoa madura, pois cumpria os requisitos da lei e andava de acordo com os padrões morais da sua cultura e religião. Era também zeloso, responsável e coerente para com suas convicções e seus compromissos religiosos. Ele mesmo se afirmava “circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu; quanto ao zelo, perseguidor da Igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível”.
O que chama a atenção é que, para Paulo, tudo aquilo que temos considerado fundamental para o caminho da santidade e do amadurecimento era considerado como “esterco” diante do que é superior e sublime. Para o apóstolo, o que poderia representar, mesmo que de longe, alguma forma de esforço pessoal que pudesse trazer um certo orgulho moral ou espiritual, era considerado como “perda” por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus. Logo, o caminho da santidade e da maturidade não é o caminho do esforço moral, do legalismo ou mesmo de um zelo que nos proporciona status elevado, colocando-nos numa posição superior, inflando egos frustrados e promovendo uma forma de espiritualidade auto-indulgente e auto-suficiente.
Nesse caminho, Paulo reconhecia duas realidades. Primeiro, precisava deixar para trás tudo aquilo que o impedia de avançar. O autor de Hebreus também nos fala sobre isso quando diz: “Desembaraçando-nos de todo o peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta” (capítulo 12:1). O passado cria embaraços, laços e amarras que nos impedem de caminhar. Muitos cristãos vivem como se arrastassem bolas de chumbo amarradas aos pés. São memórias de abusos, rejeições, abandonos, decisões malfeitas, escolhas erradas, frustrações, desilusões, mágoas e tantos outros pesos e pecados que permanecem conosco como fantasmas. Paulo não propõe que estas memórias e experiências sejam negadas ou varridas para debaixo do tapete. Ele sugere que sejam deixadas para trás. Ou seja, elas não podem determinar o presente ou o futuro – precisam ser enfrentadas e tratadas pela cruz de Cristo.
A segunda realidade que Paulo reconhece é a necessidade de prosseguir no caminho tendo diante dos olhos “o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus ” ou simplesmente “o autor e consumador da fé – Jesus”. O crescimento e o amadurecimento espiritual não são fruto de algum ajuste psicológico ou sociológico, de uma boa formação teológica ou domínio das doutrinas bíblicas; muito menos um volume de experiências místicas na bagagem espiritual. Amadurecer implica caminhar, perseverantemente, em direção a Cristo, de tal forma que sua vida gloriosa seja vivida por nós pelo poder do Espírito Santo.
Quando Paulo afirma “já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”, ele não está afirmando uma espécie de fusão de vidas, ou alguma forma de anulação de sua personalidade. O que ele declara aqui é que, pelo poder do Espírito Santo, a comunhão com o Senhor é possível no sentido de que ele torna nosso tudo aquilo que é dele em sua humanidade encarnada. É por isso que Paulo nos diz que, em seu caminho em direção a santidade e ao amadurecimento cristão, ele busca conformar-se com Cristo em sua vida, sofrimento, missão e ressurreição.
Não resta dúvida que os valores morais, o conhecimento teológico ou a estabilidade emocional sejam marcos importantes no testemunho cristão, mas não devemos confundir isto com a sublimidade do conhecimento de Cristo.
Rev. Ricardo Barbosa de Souza
7 de jan. de 2008

Os Verdadeiros Adoradores


No evangelho segundo João 4.23,24 o Senhor Jesus, em seu clássico diálogo com a mulher samaritana, declara: — Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.
Hoje, há quase dois mil anos após aquela declaração, Deus continua contando com verdadeiros adoradores. Quem são os verdadeiros adoradores?

1. OS VERDADEIROS ADORADORES SÃO AQUELES QUE CONHECEM A DEUS E SÃO CONHECIDOS POR DEUS
Deus não vive numa busca desenfreada por qualquer tipo de adorador que o adore de qualquer maneira. Ele é, e sempre será, adorado de verdade por aqueles que verdadeiramente lhe pertencem. O verbo grego zhte/w (procurar, buscar) sugere exatamente isso. O Pai busca seus eleitos com o intuito de torná-los seus adoradores.
Lembremos da história do profeta Elias e de seu lamento. Por duas vezes ele se queixou a Deus: — Tenho sido zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derribaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada; e eu fiquei só, e procuram tirar-me a vida (1 Reis 19.10,14). É como se Elias dissesse assim para Deus: "Senhor, está um caos tremendo em Israel, e eu mesmo não vejo solução para esse país. E tem mais, o Senhor também está com um problemão porque ninguém mais pensa em te adorar, a não ser eu é claro". A resposta de Deus ao profeta desmotivado foi: — Conservei em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que não o beijou (1 Reis 19.18). Mais tarde o apóstolo Paulo vai se utilizar desse episódio para falar do futuro de Israel: — Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum! Porque eu também sou israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, a quem de antemão conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura refere a respeito de Elias, como insta perante Deus contra Israel, dizendo: Senhor, mataram os teus profetas, arrasaram os teus altares, e só eu fiquei, e procuram tirar-me a vida. Que lhe disse, porém, a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal. Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça (Romanos 11.1-6).
Ainda hoje o Senhor conta com o remanescente fiel, não só de judeus, mas também de gentios que formam, juntos, a verdadeira igreja do Deus vivo. Portanto, não se iluda, o Senhor conhece os que lhe pertencem (2 Timóteo 2.19) e por esses (você é um deles?) sempre será verdadeiramente adorado.
Não se esqueça: É importante e fundamental conhecer a Deus para que ele seja verdadeiramente adorado, porém, mais importante do que conhecer a Deus é ser conhecido por Deus (veja Mt 7.21-23; Tt 1.16).
E como os verdadeiros adoradores adoram o Pai?

2. OS VERDADEIROS ADORADORES ADORAM EM ESPÍRITO E EM VERDADE
Nosso Senhor ensinou à samaritana que quem conhece Deus de fato, só pode adorá-LO em espírito e em verdade. Estudiosos da Bíblia têm dado diversas interpretações para a expressão "em espírito e em verdade" de João 4.23,24. Parece razoável entendermos que ao estabelecer o modo correto de adorar a Deus, isto é, em espírito e em verdade, Jesus estava criticando o culto judaico e o culto samaritano.
Os samaritanos acreditavam que adoravam o mesmo Deus dos judeus, mas não aceitavam as mesmas Escrituras dos judeus, a não ser os cinco primeiros livros, o Pentateuco de Moisés. Como não aceitavam os demais livros da revelação divina (por acharem que eram invenções dos judeus), o culto dos samaritanos era defeituoso. Por isso Jesus disse à mulher: "Vós adorais o que não conheceis, nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus" (v.22). Os samaritanos adoravam "em espírito", isto é, adoravam aquele que eles não conheciam "com alegria e verdadeiro entusiasmo". Mas e daí? Não adoravam "em verdade" porque rejeitavam 34 livros do Velho Testamento, a Bíblia de então. A revelação de Deus nas Escrituras é progressiva; portanto, é impossível conhecê-LO verdadeiramente ficando apenas com os cinco primeiros livros da Bíblia. Por outro lado, os judeus aceitavam toda Escritura. Por isso conheciam Deus e tinham tudo para adorá-LO corretamente. "Tinham tudo", mas não o faziam. Os judeus se limitavam à formalidade de um culto onde o espírito não estava presente. Faltavam emoção, vida e alegria no culto judaico.
Contudo, uma nova era estava surgindo para a adoração. Logo, logo tanto judeus como samaritanos compreenderiam que para adorar a Deus o que menos importava era o espaço físico. O que conta "não é onde se deve adorar, mas a atitude do coração e da mente, e a obediência à verdade de Deus quanto ao objeto e o método de adoração. Não é o onde, mas o como e o quê o que realmente importa". Deus quer homens e mulheres que O adorem com o espírito dos samaritanos e a verdade dos judeus.
Rev. Josivaldo de França Pereira
6 de jan. de 2008

Informativo sobre a Programação da Primeirona em janeiro


Maceió de belas praias

SANTA CEIA
A Santa Ceia no mês de janeiro de 2008 será ministrada no domingo, dia 27, no Culto de Adoração, às 19:00 horas.

OFERTAS AO FUNDO MISSIONÁRIO
Traga a sua oferta e esteja participando com os obreiros que estão no campo, evangelizando e plantando igrejas. Lembrem-se sempre que a maioria dos crentes não pode chegar aos campos missionários com os seus próprios pés, mas podem chegar lá com seus joelhos!

Cantina da SAF
Neste mês de janeiro, a Cantina da SAF será no dia 20, Domingo, após o culto. Venha e se delicie com os quitutes que teremos lá.

CALENDÁRIO DO MÊS
Janeiro de 2008
01 a 08 – Semana Universal de Oração
01 – Dia Confraternização Universal
06 – Dia da Gratidão
- Consagração da Mocidade – 07:30 hs
07 – Dia da Liberdade de Culto
13 – Consagração da Mocidade – 07:30 hs
20 – Cantina da SAF após o culto
- Consagração da Mocidade – 07:30 hs
26 – Culto de Ação de Graças e Bênção Matrimonial
ao casal Francisco e Jô (Josefa)
27 - Consagração da Mocidade – 07:30 hs
Culto de Santa Ceia – 19:00 hs
30 – Dia da Saudade
31 – Dia Mundial da Solidariedade

CULTO DAS MULHERES
Toda 3ª feira às 16:00 horas, as mulheres se reúnem para orar aqui na igreja. A dirigente é a irmã Celinha.

Pedidos de Oração em janeiro de 2008


Gil (emprego); Internos do Desafio Jovem de Alagoas; Joelma (família); Graça (vida espiritual); Irmã Neuza (de Botucatu, SP – vida espiritual da família); Família Holanda (vida espiritual); Irmão João (fortalecimento na fé); David Mishain (Cianorte, PR – pela família); Missionários da APMT; Irmã Nivânia e Irmão Luis Felipe Calundo (Inglaterra – saúde e que Deus conceda um filho ao casal); Dulcita (saúde e agradecimento); Missionária Maria Noêmia (Oriente Médio – saúde); Missionária Diná Freitas (Índia); Missionário Rev. Marco Mota (Senegal).
3 de jan. de 2008

O Senhor lhe abriu o coração


“Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia”. (Atos 16.14)
Há muitos pontos interessantes na conversão de Lídia. Sua conversão se deu em circunstâncias providenciais. Ela era vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, mas, justamente no momento certo para ouvir o apóstolo Paulo, encontrava-se em Filipos. A providência, que é uma serva da graça, conduziu-a ao lugar certo. Novamente, a graça estava preparando a sua alma para a bênção - a graça preparando para a graça. Lídia não conhecia o Salvador, mas como judia, ela conhecia muitas verdades que foram excelentes pontos de partida para o conhecimento de Jesus. Sua conversão ocorreu no uso desses meios. No sábado, quando costumava ser feita a reunião de oração, ela foi lá e ouviu a oração. Jamais negligencie os meios de graça. Deus pode nos abençoar quando não estamos em Sua casa, mas temos muito mais motivos para esperar que Ele o faça quando estamos em comunhão com os Seus santos. Observe as palavras "O Senhor lhe abriu o coração." Ela não abriu seu próprio coração. Sua oração não o fez; Paulo não o fez. O próprio Senhor deve abrir o coração, para que recebamos as coisas que contribuem para a nossa paz. Só Ele pode colocar a chave no buraco da fechadura e abrir a porta, e entrar por Si mesmo. Ele é o dono do coração da mesma forma que é o seu criador. A primeira evidência externa do coração aberto foi a obediência. Tão logo Lidia creu em Jesus, ela foi batizada. É um sinal agradável de humildade e de coração quebrantado quando um filho de Deus está disposto a obedecer uma ordem que não é essencial à sua salvação, que não é imposta a ele por medo da condenação, mas como um ato simples de obediência e de comunhão com o Mestre. A evidência seguinte foi o amor, manifestando-se em atos de bondosa gratidão para com os apóstolos. O amor pelos santos sempre foi uma marca do verdadeiro convertido. Aqueles que nada fazem por Cristo, ou por Sua Igreja, não Lhe dão nada mais do que evidências esfarrapadas de um coração "aberto". Senhor, dá-me sempre um coração aberto, em nome de Jesus.
Charles Spurgeon
1 de jan. de 2008

PASTORAL DE JANEIRO


2008 - Ano de busca de uma vida mais profunda com Deus
A nossa alma tem mais necessidade de Deus do que a terra seca da chuva. A nossa alma tem mais carência de Deus do que a flor do campo tem do orvalho da noite. A nossa alma tem mais ânsia por Deus do que os guardas pelo romper da alva. A maior necessidade da nossa vida não é das bênçãos de Deus, mas do Deus das bênçãos. O tudo sem Deus é nada. A riqueza do mundo sem Deus é consumada pobreza. As glórias do mundo sem Deus são como um vácuo. Somente em Deus encontramos razão para viver. Somente em Deus nossa alma encontra descanso. Deus é a verdadeira fonte de prazer. Só há plenitude de alegria na presença de Deus. Os lautos banquetes do mundo não podem saciar a nossa alma. As riquezas do mundo não podem preencher o vazio do nosso coração. O conhecimento, o dinheiro, o sucesso, o poder e a fama sem Deus são insuficientes para dar significado à nossa vida. Deus nos criou para ele, e somente nele encontraremos significado e razão para viver.
A vida sem Deus é seca como um deserto, infrutífera como os espinheiros e estagnada como um poço de águas paradas e lodacentas. Precisamos nos voltar para Deus, a fonte de águas vivas. Precisamos de nos arrepender dos nossos maus caminhos e emendar as nossas veredas. Precisamos endireitar os caminhos tortos e retificar aqueles que estão fora do lugar. Esse é um tempo de arrependimento e volta para o Senhor. A restauração começa com choro, com quebrantamento, com acerto de vida com Deus. Precisamos examinar o nosso coração. Precisamos ser pesados na balança de Deus. Precisamos reconhecer os nossos pecados, sentir tristeza pela nossa frieza espiritual e sentir vergonha pela escassez dos nossos frutos. O juízo começa pela Casa de Deus. Não basta apenas uma volta superficial para Deus. Ele não se impressiona com os nossos gestos pomposos, nem com nossas palavras eloqüentes. Ele sonda os corações. Precisamos rasgar não as nossas vestes, mas os nossos corações. O perdão é resultado do arrependimento, a restauração é conseqüência do quebrantamento e a plenitude da vida de Deus em nós é fruto de uma busca verdadeira, intensa e perseverante. A chuva vem sobre a terra seca. O derramamento do Espírito sobre aqueles que têm sede de Deus.
Muitas gerações experimentaram profusas efusões do Espírito. Muitos irmãos nossos viram, experimentaram e realizaram coisas maiores do que as que temos visto, experimentado e realizado em nossos dias. Deus não mudou. Sua Palavra não mudou. Há vida abundante para todo aquele que busca o Senhor de acordo com a sua Palavra. Os mananciais de Deus jorram sempre sem jamais secar. Ele pode intervir em nossa vida, Ele pode trazer sobre nós tempos de restauração. Podemos conhecer com mais profundidade as riquezas insondáveis do evangelho de Cristo. Podemos ter mais intimidade com o Senhor através de uma vida de oração. Podemos conhecer mais a Deus através de um estudo mais zeloso das Escrituras. Podemos produzir mais frutos para a glória de Deus através de um envolvimento mais efetivo com o seu Reino. É hora de clamar ao Senhor para que os tempos de refrigério venham sobre nós, trazendo-nos restauração e vida!
Rev. Hernandes Dias Lopes.

PS – Pegando uma “carona” nessa pastoral do Rev. Hernandes, escrita em março de 2004, fazemos nossas as suas palavras, em relação ao Novo Ano que se inicia. Precisamos, mais do que nunca, ser verdadeiros seguidores de Cristo, tomar cada um a sua cruz e, dia a dia, buscar uma vida mais profunda com Deus. Que Ele nos abençoe ricamente neste ano de 2008.
No amor do Senhor Jesus,
Rev. Pedro Corrêa Cabral