Arrepender-se ou Perecer
Estas foram palavras do Filho de Deus. Elas nunca foram canceladas; e não serão, enquanto este mundo durar. O arrependimento é absoluto e necessário, se é para o pecador fazer a paz com Deus (Isaías 27:5), porque arrependimento é o lançar fora as armas da rebelião contra o Criador. O arrependimento não salva, todavia nenhum pecador jamais foi, ou será, salvo sem ele. Nada senão Cristo salva, mas um coração impenitente não pode recebê-LO.
Um pecador não pode crer, verdadeiramente, até que se arrependa. Isso é claro a partir das palavras de Cristo concernentes ao Seu precursor, registradas em Mateus 21:32:
— Porque João veio a vós outros no caminho da justiça, e não acreditastes nele; ao passo que publicanos e meretrizes creram. Vós, porém, mesmo vendo isto, não vos arrependestes, afinal, para acreditardes nele.
Isso é também evidente a partir de Sua chamada como trombeta, em Marcos 1:15 — Arrependei-vos, e crede no evangelho.
Por isso o apóstolo Paulo testifica "o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus" (Atos 20:21). Não faça confusão neste ponto, querido irmão. Deus "ordena agora que todos os homens em todo lugar se arrependam" (Atos 17:30).
Em requerer arrependimento de nós, Deus está pressionando Suas justas reivindicações sobre nós. Ele é infinitamente digno de supremo amor e honra, e de universal obediência. Isso nós temos, impiamente, Lhe negado. Tanto um reconhecimento como uma correção disso é requerido de nós. Nossa desafeição por Deus e nossa rebelião contra Ele devem ser reconhecidas e exterminadas. Dessa forma, o arrependimento é uma compreensão profunda de quão terrivelmente temos falhado, durante toda a nossa vida, em dar a Deus Seu justo lugar em nosso coração e no nosso caminhar diário.
A justiça da demanda de Deus por nosso arrependimento é evidente, se considerarmos a natureza hedionda do pecado. O pecado é uma renúncia Àquele que nos fez. O pecado é recusar a Deus o direito de nos governar. O pecado é a determinação de agradar a nós mesmos. Assim, o pecado é uma rebelião contra o Altíssimo. O pecado é uma ilegalidade espiritual e uma indiferença absoluta à autoridade de Deus. O pecado está dizendo em nosso coração: — Eu não me importo com o que Deus requer, eu vou seguir o meu próprio caminho; eu não me importo com o que Deus reivindica de mim, eu serei o senhor de mim mesmo.
Irmãos, vocês não percebem que é assim que nós temos vivido?
O arrependimento verdadeiro origina-se a partir de uma compreensão no coração, operado neste pelo Espírito Santo, da excessiva malignidade do pecado, do terror de ignorar as reivindicações do nosso Criador, de desafiar Sua autoridade. O arrependimento é, conseqüentemente, um santo ódio e horror ao pecado, uma profunda tristeza por ele e o reconhecimento dele diante de Deus, e um completo abandono dele de coração. Até que isso tinha sido feito, Deus não nos perdoará. "O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia" (Provérbios 28:13).
No verdadeiro arrependimento o coração se volta para Deus e reconhece: —Meu coração tem sido posto sobre um mundo vão, que não pode satisfazer as necessidades de minha alma; eu Te abandonei, a fonte de águas vivas, e me voltei para cisternas rotas que nada retêm: eu agora reconheço e lamento minha tolice.
Ele ainda diz mais: — Eu tenho sido uma criatura desleal e rebelde, mas eu não mais serei assim. Eu agora desejo e determino com todas as minhas forças servir e obedecer a Ti como meu único Senhor. Eu me entrego a Ti como minha presente e eterna Porção.
Irmão, seja você um Cristão professo ou não, é arrepender-se ou perecer. Para cada um de nós, membros de igreja ou não, é voltar ou queimar; é voltar da direção da obstinação e auto-satisfação; é voltar para Deus com um coração quebrantado, procurar Sua misericórdia em Cristo; é voltar com total propósito de coração de agradar e servir ao Senhor do Universo. Ou, caso contrário, ser atormentado dia e noite, para sempre e sempre, no Lago de Fogo.
Qual deve ser sua porção? Oh, ajoelhe-se, agora mesmo, e implore a Deus que lhe dê o espírito de verdadeiro arrependimento.
"Sim, Deus, com a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão de pecados" (Atos 5:31).
"Porque a tristeza, segundo Deus, opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte". (2 Coríntios 7:10).
Arthur W. Pink
18 de jul. de 2008
A História da águia
A águia é a ave que possui maior longevidade da espécie. Chega a viver setenta anos.
Mas para chegar a essa idade, aos quarenta anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos quarenta ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar suas presas das quais se alimenta.
O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil! Então a águia só tem duas alternativas: Morrer, ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar cento e cinqüenta dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar.
Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só cinco meses depois sai o formoso vôo de renovação e para viver então mais trinta anos.
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes, velhos hábitos que nos causam dor. Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que a renovação sempre nos traz.
Lembre-se, a renovação é JESUS.
12 de jul. de 2008
Misericórdias Vencidas

“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã...” (Lamentações 3.22)
Gostaria de compartilhar, com os amados irmãos, esse texto que me toca o coração e que me fortalece...
Em primeiro lugar, acho interessante esse texto estar num livro que se chama “lamentações”, pois a afirmativa acima nem de longe cheira a lamento, antes traz esperança, cheiro de coisa nova, alegria, enfim, forças para enfrentar um novo dia... Aprendo com isso que mesmo pessoas que lamentam podem ter esperança. Lamento e esperança não são antagônicas entre si. É bom não confundir lamento com murmuração... Lamento é choro, e bem aventurados os que choram... serão consolados.
Aprendemos mais com esse texto: nossa real posição diante de Deus!! Pobres homens dignos de serem consumidos. Há quem pense que não, mas somos fracos, falhos, e merecíamos a condenação, punição... Mas Deus... Ah!!! Esse Deus maravilhoso!! Nos ama, e por sua misericórdia não nos consome, elas (as misericórdias dele) não têm fim. Meus irmãos, como me emociona e me alenta saber disso. Eu, um “consumido”em potencial, sou acolhido nos braços daquele que é misericordioso, que ama, que não me dá aquilo que mereço. Isso é misericórdia: não recebemos de Deus aquilo que merecemos, enquanto graça é aquilo que recebemos sem merecer!!!
Renovam-se a cada manhã... que coisa linda!!! Penso que devemos buscar a Deus sempre, mas principalmente ao acordar. Assim pegamos as misericórdias “fresquinhas” (hehe), daí o título: Misericórdias Vencidas, pois costumo dizer que quem não busca a Deus todos os dias está com misericórdias vencidas, pois elas já se renovaram. É como o maná, não adianta guardar de um dia pro outro... cada dia há uma porção nova, algo novo vindo do Deus que não muda...
“Bom é o Senhor para os que esperam nele...” esperar no Senhor é coisa pra quem conhece as suas misericórdias... Nesses dias de tanta correria, tantos problemas, tantos insultos, esperar no Senhor não tem sido tão simples... Mas vale a pena!!! Ele é fiel!!!
De todos os atributos morais de Deus, o que mais me fascina é sua FIDELIDADE!!! Ele não nos abandona nunca, sua fidelidade é para sempre. Grande é a sua fidelidade!!! Podemos passar pelo vale da sombra da morte, lá está Ele, pois é fiel!! Podemos descer ao fundo do abismo, ao pecado mais horrendo, lá estará Ele a nos tomar pela mão para que prossigamos, pois é FIEL!! Podemos até mesmo querer viver longe de seus caminhos, e lá estará Ele a nos dizer baixinho no ouvido “não, não vá por aí... tenho um caminho melhor”, ou como cantaria o Silas, uma pessoa especial usada por Deus com suas músicas maravilhosas:
“Escolhi para ti um caminho melhor,
escolhi para ti um caminho sobremodo melhor,
para andar bem erguido, com coração limpo,
um novo caminho escolhi,
escolhi para ti um caminho melhor”
Sabe por que Deus diz isso?? Porque Ele é FIEL!! Glórias, pois, a Ele!!
Por isso, amados, vale a pena esperar no Senhor, confiar em suas misericórdias!! Não é à toa que o verso anterior (Lamentações 3.21) diz: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança...” e então discorre maravilhosamente sobre as misericórdias do Senhor e sua Fidelidade.
Prossigamos, pois, no caminho melhor, no caminho sobremodo melhor... confiados nesse Deus maravilhoso, como diria Paulo: “Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo.” Ele é Fiel!! Aleluia!! E mais, por sua fidelidade podemos confiar totalmente que “Aquele que começou boa obra em nós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus”.
MARANATA!! Vem Senhor Jesus!!!
No amor do Mestre
José Barbosa Junior
PEDIDOS DE ORAÇÃO

Isaías 40.31 - Os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.
Irmã Gil (emprego); Internos do Desafio Jovem de Alagoas; Graça (vida espiritual); Missionários da APMT; Missionária Maria Noêmia (Oriente Médio – saúde); Missionária Diná Freitas (Índia); Missionário Rev. Marco Mota (Senegal); Juvenal Quaresma (IPF – saúde); Márdem (primo da Lysia – saúde); Dilmar e Kelly (vida espiritual); Irmã Gilza (Saúde e vida espiritual); Fabiana (vida espiritual e restauração).
Salmo 37.5 - Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.
8 de jul. de 2008
A IRA DE DEUS

“Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus. O que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar e adulterar, e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios” (Oséias 4.1-2).
Quando as Escrituras falam da ira de Deus, de fato referem-se ao estado acima descrito por Deus através de Oséias. Ou seja, existir contra a vida estabelecida por Deus faz a existência se transformar em uma experiência de contenda com Deus, o que, por si só, põe aquele que assim se ponha contra Deus em uma situação equivalente àquela que aguarda alguém que se arremesse do alto de uma montanha contra as afiadas pedras do penhasco milhares de metros abaixo.
A ira de Deus é Deus sem que Suas mãos de Graça estejam estendidas em nosso favor. Pois, em tal caso, o recolhimento das mãos de Deus se manifesta na proporção da obstinação do homem que se atira nu do penhasco apenas por desafiar o poder da Lei da Gravidade.
A ira de Deus é o homem sozinho em sua decisão de voar sem asas. A ira de Deus é apenas o deixar que cada um ande conforme suas escolhas e prove o resultado simples de suas próprias ações sem amor e verdade.
A ira de Deus é o homem contra si mesmo! Sim! A ira de Deus é o fruto da semente da existência que pretende ser sem Deus como vida. Desse modo, sobretudo, a ira de Deus é a maldade do homem feita contra si mesmo como conseqüência do que projeta como existência sem vida em amor para si e para os que estão à sua volta.
A ira de Deus é descrita como “um resvalar de Seu pé”. Assim, basta Deus sacudir e Sua ira é aquilo que o homem recebe como ausência de Graça, que é total desgraça.
“A Ira de Deus” é o nome divino dado ao lado oposto ao que seja a mais absoluta burrice e estupidez do homem! Ora, ninguém é dono de nada, nem “da própria vida”. Por esta razão, sempre que se pretende existir contra aquilo que Deus chama de Vida, o que se institui é o poder contrário, que é o poder da morte e daquele que apenas vem para matar, roubar e destruir.
De fato, devemos saber que nenhum de nós tem aquilo que chamamos de “a própria vida”. Afinal, quem é o mortal que possa dizer “minha própria vida” sem que o faça à semelhança de uma ameba que se sinta a dona do cosmo?
Põe-se sob a ira de Deus aquele que existe odiando o que Deus chama Vida! E o que é que Deus chama vida, além do existir em amor, misericórdia, bondade, verdade, sinceridade, generosidade e promoção da paz?
Assim, a contenda de Deus com os habitantes da terra está posta e instituída. Sim! Enquanto o que prevalecer for aquilo que Oséias descreve como sendo uma existência na qual não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus, prevalecendo somente o perjurar, o mentir, o matar, o furtar, e o adulterar; havendo ainda violências e homicídios sobre homicídios — então, o que fica decretado é ira de Deus; e isto feito pelo próprio homem.
Desse modo, “Deus irado” é Deus deixando o homem por conta própria. É por tal razão que Paulo diz que a ira de Deus se manifesta dos céus contra todo aquele que ama a mentira contra a verdade. A conseqüência de tal “ira” é descrita por Paulo como sendo o entregar o homem à sua própria disposição mental.
Ora, no fundo, a misericórdia de Deus sempre prevalece sobre o juízo, e, por tal razão, “o pior de Deus” que a bondade de Deus consegue nos servir é Sua ausência, dando-nos liberdade em nossa livre decisão de servirmos a morte mediante as escolhas que fazemos contra o caminho da verdade e do amor simples para com os céus e a terra.
Pense nisto!
Nele, que até em ira nos deixa livres; ou melhor: apenas nos entrega a nós mesmos,
Caio Fábio
7 de julho de 2008
Lago Norte - Brasília-DF
4 de jul. de 2008
Pastoral de julho
JEJUM, UMA PRÁTICA A SER RESGATADA
O jejum é bíblico. Está presente tanto no Antigo como no Novo Testamento. Os profetas, os apóstolos, o próprio Jesus, bem como muitos servos de Deus do passado como Agostinho, Lutero, Calvino, John Knox, John Wesley, Dwight Moody e outros mais através da história praticaram o jejum. Ainda hoje, o jejum é uma prática devocional importante que não pode ser esquecida pela igreja.
John Piper definiu jejum como fome de Deus e não apenas pelas bênçãos de Deus. O jejum cristão nasce exatamente da saudade de Deus. O jejum é um teste para conhecermos qual é o desejo que nos controla. Mais do que qualquer outra disciplina, o jejum revela as coisas que nos controlam. Firmado nessa compreensão Martyn Lloyd-Jones diz que o jejum não pode ser entendido apenas como uma abstinência de alimentos, mas deve também incluir abstinência de qualquer coisa que é legítima em si mesma por amor de algum propósito espiritual.
Na verdade, devemos comer e jejuar para a glória de Deus (1Co 10.31). Quando nós comemos, saboreamos o emblema do nosso alimento celestial, o Pão da Vida. E quando jejuamos, dizemos, “eu amo a realidade acima do emblema”. O alimento é bom, mas Deus é melhor (Mt 4.4). Na verdade quanto mais profundamente andamos com Cristo, mais famintos nós nos tornamos dele, mais saudade temos dele, mais desejamos da plenitude de Deus em nossa vida.
Nós vivemos numa geração cujo deus é o estômago (Fp 3.19). Muitas pessoas deleitam-se apenas nas bênçãos de Deus e não no Deus das bênçãos. Quem jejua tem mais pressa de desfrutar da intimidade com Deus do que se alimentar. Quem jejua tem mais fome do Pão do Céu do que do pão da terra. Quem jejua tem mais saudade do Pai do que das suas bênçãos. Quem jejua está mais confiado no poder que vem do céu do que nos recursos que procedem da terra.
O propósito do jejum não é obter o favor de Deus, ou mudar sua vontade (Is 58.1-12). Também não é para impressionar os outros com uma espiritualidade farisaica (Mc 6.16-18). Nem é proclamar a nossa espiritualidade diante dos homens. O jejum deve ser uma demonstração do nosso amor a Deus. Jejuar para ser admirado pelos homens é uma motivação errada. Jejum é fome de Deus e não de aplausos humanos (Lc 18.12). O jejum é para nos humilharmos diante de Deus (Dn 10-12), para suplicarmos sua ajuda (2Cr 20.3; Et 4.16) e para retornarmos para ele de todo o nosso coração (Jl 2.12,13). O jejum é para reconhecermos nossa total dependência da proteção divina (Ed 8.21-23). O jejum é um instrumento para fortalecer-nos com o poder divino em face dos ataques do inferno (Mc 9.28,29).
Deus tem realizado grandes intervenções na história através da oração e do jejum do seu povo. Quando deu a lei para o seu povo, Moisés dedicou quarenta dias à oração e ao jejum no Monte Sinai. Deus libertou Josafá das mãos dos seus inimigos quando ele e seu povo se humilharam em oração e jejum (2Cr 20.3,4,14,15,20,21).
Deus libertou o seu povo da morte através da oração e jejum da rainha Ester e do povo judeu (Et 4.16). Deus usou Neemias para restaurar Jerusalém quando este orou e jejuou (Ne 1.4). Deus usou Paulo e Barnabé para plantar igrejas no Império Romano quando eles devotaram-se à oração e ao jejum (At 13.1-4). Os grandes reavivamentos na história da igreja foram respostas de oração e jejum. As campanhas evangelísticas com resultados mais promissores são regadas pela oração da igreja e o jejum dos fiéis. Aqueles que mais conhecem a intimidade de Deus e mais se deleitam nele são aqueles que praticam o jejum com certa regularidade.
Hoje temos muitos motivos que deveriam nos levar a jejuar. Precisamos urgentemente da intervenção de Deus em nossa vida, em nossa família, em nossa igreja, em nosso país. Que Deus nos desperte para orar e jejuar!
Que Deus nos leve a uma vida de quebrantamento e santidade! Que Deus sacie a nossa alma nos ricos banquetes da sua graça!
Rev. Hernandes Dias Lopes
