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8 de ago. de 2010

Um Deus que foi tentado

por Zé Luís | Genizah


Ultimamente, vejo com bons olhos quando cristãos estão em “deserto”. Talvez seja mais uma razão para que me julguem confuso, ainda mais quando vivemos tempos onde a vitória sem luta é tão valorizada.

Gente começando a frequentar uma igreja – por exemplo - e tendo aquele encontro legítimo com o Mestre não faz a menor ideia de quanto sua vida poderá mudar (e quando digo “poderá” é por existir a liberdade deste em escolher até onde o refino de sua alma vai, e assim, definir bem onde essa "engrenagem" pode ser usada). Triste é que em muitas “comunidades” ditas cristãs esse caminho – que é o Caminho – não será trilhado.

Não foi com pouca tristeza que vi o Espírito tentar conduzir candidatos a discípulos, e receber uma instrução farisaica que aquilo era obra do diabo, assim como não foi incomum ouvir o famigerado “tamarrado”, o que, para mim, beira à maior e mais imbecil das loucuras: Se há um pecado sem perdão nesse ou no mundo vindouro, é atribuir obras do Espírito Santo a qualquer espírito imundo. Fariseus fizeram isso, dizendo que o Espírito que atuava em Cristo era por força de Belzebú (que é o príncipe infernal que comanda as moscas das fezes).

Quem levou Jesus para o deserto – para ser tentando pelo diabo – foi o Espírito. Se um discípulo quer ser chamado “cristão”, terá que provar destes dias tão tenebrosos.

Coisa mais sem graça é crente sem marcas de batalha: se torna arrogante, suas histórias de batalhas não possuem quedas e são insonsas: só triunfos e mais triunfos. Para um novo convertido, é a glória: a chance da perfeição, daquela prometida pela serpente a Eva. Muitos, ao conviverem com esses perfeitos seres, descobrem a imensa incompatibilidade em sua oratória e seu cotidiano, e deduzem que caíram em mais um conto mentiroso. Começam a descrer naquele milagre íntimo capaz de converter almas empedradas.

Jesus se submete a vontade do Pai, e esta consiste em enfrentar satanás e a sutileza do que vai em suas três ofertas: o pão, a auto-estima e o poder que as riquezas dão: todo homem, sem exceção, cai nessas tentações e entrega aí sua liberdade. Só Jesus não caiu, embora confesse ter se sentido tentado. “Não tentarás o Senhor teu Deus”. Curioso é que muitos irmãos ditos consagrados garantem não passar por isso. Vivem vendendo essa imagem nos púlpitos, no que outros homens, que dizem ter abandonado essa prática pelo protestantismo, fazem destes ídolos, símbolos a serem erigidos, protegidos a qualquer custo. Quando eles mostram-se homens como nós, a turba se forma, e atribuem a ela a palavra “queda” - a mesma palavra atribuída ao evento com Lúcifer. Uns o protegerão como ídolos a serem preservados, símbolo de um estilo, de uma organização. Outros organizarão linchamentos. O mandamento ordena que eu o ame como a mim mesmo, ou seja: lidar com seu pecado como lido com o meu ( independente se ele mentiu em suas garantias de inefabilidade).

Que venham os desertos, os cabelos desgrenhados e o olhar perdido e desolado pelas batalhas duríssimas. Que venha o diabo, segundo a vontade do Espírito, trazer à tona nossas fraquezas e nos fazer tropeçar em nossas próprias imbecilidades, nos mantendo longe da soberba, e mantendo nossos olhares sempre na horizontal em relação a nossos irmãos. Falo isso com temor, pois não aprecio desertos, mas só digo isso por já conhecer alguns e saber dos benefícios de se aprender a caminhar neles. Em certas situações tive algumas quedas, noutras, muitas.
16 de jun. de 2010

Nunca Tente Persuadir o Tolo Com Argumentos. É Inútil!

Jonas Madureira
Tolos. Se você conhece algum, você vai entender perfeitamente a razão pela qual considero o caminho da persuasão lógica e racional um caminho contraproducente no diálogo com eles (se é que é possível tal diálogo!). A razão é bem simples: o tolo é, por natureza, completamente satisfeito consigo mesmo. Ou seja, ele está tão embriagado de si mesmo que a única coisa que ele consegue aceitar, no diálogo com o outro, é ele próprio e suas idéias. Nada mais lhe interessa senão confirmar ou reafirmar suas teses. Ele não consegue olhar para o outro, esforçando-se por compreendê-lo. E essa incapacidade decorre do fato de que ele foi sociológico-psicologicamente sugestionado a acreditar em si mesmo e em suas idéias sem ter que, ao mesmo tempo, refletir criticamente sobre si mesmo e suas idéias. Em outras palavras, o tolo é aquele que foi ensinado por “autoridades inquestionáveis” a absorver inúmeros pressupostos, muitos deles plausíveis e verdadeiros, porém sem questioná-los, sem pensá-los.

Que não se entenda a tolice dos tolos como uma patologia da qual os hábeis intelectuais estão imunes! Dizer que a tolice faz parte apenas da natureza daqueles que não alcançaram o paroxismo da inteligência humana é um erro crasso que apenas os tolos cometem. É indubitável que a tolice não é, por natureza, um defeito intelectual, mas um defeito humano. Por exemplo, existem pessoas que são intelectualmente ligeiras, sacam as coisas com rapidez, mas são tolas (basta lembrar do filósofo alemão Martin Heidegger, que possuía uma notável habilidade lógico-filosófica, mas que, em um determinado momento de sua vida, defendeu os ideais nazistas). Em contrapartida, existem pessoas que são muito lentas quando pensam, mas são tudo menos tolas (Lutero, por exemplo, vivia reclamando pelos cantos da Universidade de Erfurt, na Alemanha, de que ele jamais poderia ser um teólogo de verdade porque se considerava lento demais para o raciocínio lógico; e, diga-se de passagem, muitos seguidores de Philipp Melanchthon concordariam com Lutero!).

Entender que a tolice é um defeito humano é sacar que todas as pessoas são, por natureza, tolas. Portanto, pessoas não se tornam tolas, elas no máximo deixam de ser tolas. E como elas deixam de ser tolas? Dietrich Bonhoeffer, quando estava preso por causa da perseguição nazista, escreveu inúmeras cartas. Numa delas, ele disse que “somente um ato de libertação poderia vencer a tolice; um ato de instrução ou argumentação lógica nada pode fazer para convencer o tolo de sua tolice. Antes de tudo, o tolo precisa de uma libertação interior autêntica, e enquanto isso não ocorre temos de desistir de todas as tentativas de persuadí-lo”.

Essa necessidade de “libertação interior autêntica”, enfatizada por Bonhoeffer, também pode ser encontrada entre os primeiros filósofos gregos. No livro VII da República, Platão mostra Sócrates “ensinando” para o jovem Glauco que para as pessoas conhecerem a verdade elas precisam ser primeiramente libertas. Para isso, o filósofo contou uma história sobre seres humanos que, desde o seu nascimento, estão aprisionados em uma caverna subterrânea. Eles não sabem o que é o mundo fora da caverna. Suas pernas e seu pescoço estão algemados de tal sorte que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas em direção a uma parede. Atrás deles, na entrada da caverna, há um foco de luz que ilumina todo o ambiente. Entre esse foco de luz e os prisioneiros, há uma subida ao longo da qual foi erguido um pequeno muro. Para além desse pequeno muro, encontram-se homens que transportam estátuas que ultrapassam a altura do pequeno muro. Eles carregam estátuas de todos os tipos: de seres humanos, de animais e de toda sorte de objetos. Por causa do foco de luz e da posição que ele ocupava, os prisioneiros são capazes de enxergar, na parede do fundo, as sombras dessas estátuas, mas sem verem as próprias estátuas, nem os homens que as transportam. Como nunca viram outra coisa além das sombras, os prisioneiros pensam que elas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que as sombras não passam de projeções das coisas, nem podem saber que as coisas projetadas são, na verdade, estátuas carregadas por outros seres humanos.

O que aconteceria, pergunta Sócrates a Glauco, se alguém libertasse os prisioneiros? O que faria um prisioneiro liberto daquelas algemas? Sem dúvida, olharia toda a caverna. Ao seu redor, veria os outros prisioneiros, o pequeno muro às suas costas, as estátuas e a entrada da caverna. Seu corpo doeria a cada passo dado. Afinal de contas, ele ficou imóvel durante muitos anos. Não bastassem as dores do corpo, ao se dirigir à entrada da caverna ficaria momentaneamente cego, pois aquele foco de luz que clareava a caverna, na verdade, era o sol. Porém, com o passar do tempo, já acostumado com a claridade, seria capaz de ver não só as estátuas, mas também os homens que as carregavam. Prosseguindo em seu caminho, passaria a enxergar as próprias coisas, descobrindo que, durante toda sua vida, não contemplara senão sombras das estátuas projetadas no fundo da caverna.

Na condição de conhecedor desse “novo” mundo, o prisioneiro liberto regressaria ao velho mundo subterrâneo. Ao chegar, ele contaria aos outros prisioneiros, ainda algemados, o que viu. Sua missão seria libertá-los, pois é somente na condição de livre que alguém pode ser capaz de contemplar o mundo das coisas tais como elas são. O que mais poderia acontecer após esse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele, não acreditariam em suas palavras, pois o único mundo real é o mundo da caverna. Por isso, tentariam silenciá-lo de todas as formas. No entanto, se ele teimasse em afirmar o que viu e insistisse em convidá-los a sair da caverna, os homens das sombras o matariam. Foi assim que Sócrates concluiu o mito da caverna.

Os tolos são aqueles que tomam as sombras como se fossem as coisas mesmas. O homem-que-deixou-de-ser-tolo, porém, é aquele que não se satisfaz com as imagens projetadas no fundo da caverna, mas impulsionado pelo desejo de contemplar as coisas mesmas, arrebenta os grilhões que o aprisionam. Ao se libertar, dirige-se ao mundo verdadeiro. E quando o mundo verdadeiro se abre para ele, ou seja, no momento em que ocorre a revelação da verdade (alethéia), o homem-que-deixou-de-ser-tolo se compraz apenas em perceber sua própria tolice. Esse é o ponto. O tolo, por natureza, não sabe que é tolo, não tem consciência de sua tolice. Ele toma as sombras como se fossem as coisas mesmas. Por isso, a única maneira de um tolo se livrar de sua tolice é descobrir que ele é tolo. Mas veja, esse é o ponto de partida não o de chegada. Depois da consciência da tolice, é preciso deixar de ser tolo!

Enquanto o tolo não enxerga a sua tolice não adianta argumentar. Não adianta tentar persuadir aquele que está completamente preso em si mesmo. E por quê? Porque onde há oprimidos há um opressor. Há um opressor dentro do tolo. Na conversa com ele percebe-se que não é com ele mesmo que se está tratando, mas com chavões, clichês, palavras de ordem, argumentos ad hominem, que operam nele e tomam conta de sua mente. O tolo, como diz Bonhoeffer, “está fascinado, obcecado, foi maltratado e abusado em seu próprio ser. Tendo-se tornado, assim, um instrumento sem vontade própria”.

Enfim, minha ojeriza pela tolice não deveria ser entendida como mero ódio ao tolo, mas, sim, como ódio ao poder que inevitavelmente precisa e se nutre da tolice humana.



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Fonte: jonasmadureira.blogspot.com
15 de jun. de 2010

O Batismo dos Filhos dos Crentes

R.C. Sproul
Gênesis 17:1-14; Atos 2:38,39; Atos 16:25-34

Embora o batismo de crianças tenha sido uma prática importante no cristianismo histórico, sua validade tem sido solenemente desafiada por cristãos piedosos de várias denominações. A questão em torno do batismo de crianças baseia-se em vários aspectos. O Novo Testamento não ordena explicitamente que as crianças sejam batizadas, nem explicitamente proíbe que sejam batizadas. O debate se concentra em questões que geram em torno do significado do batismo e do grau de continuidade entre a Antiga e a Nova Aliança.

A mais crucial objeção por parte daqueles que se opõem ao batismo de crianças é que o sacramento do batismo pertence aos membros da igreja, e que a igreja é uma companhia de crentes. Visto que as crianças são incapazes de exercer fé, não devem ser batizadas. Enfatiza-se também que dos batismos registrados no Novo Testamento não há nenhuma referência específica a crianças. Uma outra objeção é que a Antiga Aliança, embora não comunique a salvação por via biológica, pela linhagem de sangue, não obstante envolvia uma ênfase étnica à nação de Israel. A aliança era transmitida através dos laços familiares e nacionais. No Novo Testamento a aliança tornou-se mais abrangente, admitindo os gentios na comunidade da fé. Este sinal de descontinuidade estabelece uma diferença entre a circuncisão e o batismo.

Por outro lado, aqueles que são favoráveis ao batismo de crianças enfatizam seu paralelo com a circuncisão. Embora o batismo e a circuncisão não sejam idênticos, têm pontos cruciais em comum. Ambos são sinais da aliança e ambos são sinais da fé. No caso de Abraão, ele abraçou a fé depois de adulto e fez uma profissão de fé antes de ser circuncidado. Ele tinha fé antes de receber o sinal desta fé. Seu filho Isaque, por outro lado, recebeu o sinal da fé antes que tivesse a fé que o sinal simbolizava (como foi o caso de todos os outros filhos da aliança).

O ponto crucial é que no Antigo Testamento Deus ordenou que o sinal da fé fosse dado antes que a fé estivesse presente. Visto que esse era claramente o caso, seria um equívoco argumentar em princípio que é errado administrar um sinal de fé antes que a fé esteja presente.

É também importante observar que os relatos de batismos no Novo Testamento foram de adultos que anteriormente eram incrédulos. Pertenciam à primeira geração de cristãos. Além disso, sempre tem sido a regra que convertidos adultos (que não eram filhos de crentes em sua infância) devem primeiro fazer a profissão de fé antes de receberem o batismo, o qual é o sinal de sua fé.

Cerca de um quarto dos batismos mencionados no Novo Testamento indica que famílias inteiras foram batizadas. Isso sugere fortemente, embora não o prove, que as crianças eram incluídas entre os que eram batizados. Visto que o Novo Testamento não exclui explicitamente as crianças do sinal da aliança (e foram incluídas por milhares de anos enquanto o sinal da aliança era a circuncisão), naturalmente podemos presumir que na igreja primitiva as crianças deviam receber o sinal da aliança.

A história testemunha a favor dessa suposição. A primeira menção direta ao batismo de criança aconteceu por volta da metade do segundo século. O que é digno de nota nessa referência é que ela pressupõe que o batismo de crianças era uma prática universal da igreja. Se o batismo de crianças não fosse uma prática na igreja do primeiro século, como e por que este afastamento da ortodoxia aconteceu tão rápido e de forma tão prevalecente? Não só a difusão foi rápida e universal, como também a literatura remanescente daquela época não reflete qualquer controvérsia concernente a esta questão.

Em geral, a Nova Aliança é mais inclusiva do que a Antiga Aliança. Aqueles que contestam a validade do batismo de crianças estão tornando a Nova Aliança menos inclusiva com relação às crianças, a despeito da ausência de qualquer proibição bíblica contra o batismo de crianças.

Sumário

1. O Novo Testamento não ordena nem proíbe explicitamente o batismo de crianças.
2. Os defensores do batismo de filhos de crentes apontam para a continuidade entre a circuncisão e o batismo como sinais da fé.
3. A maioria dos batismos registrados no Novo Testamento era de adultos convertidos, da primeira geração de cristãos, os quais, é claro, não poderiam ter sido batizados quando crianças.
4. O registro dos batismos no Novo Testamento inclui batismo de "famílias", as quais provavelmente incluíam as crianças.
5. A história da igreja testifica quanto à prática universal, sem controvérsias, do batismo de filhos de crentes no segundo século.

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Fonte: Verdades Essenciais da Fé Cristã, R.C. Sproul, Ed. Cultura Cristã, 3º Caderno.


Extraído do site: http://www.eleitosdedeus.org/batismo-infantil/batismo-dos-filhos-dos-crentes-r-c-sproul.html#ixzz0qv5uo19z
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4 de jun. de 2010

Mais chegado


Oh! Provai e vede que o Senhor é bom.
Salmo 34.8


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgErUpofoBB-bpw-0dcConvIVOFj2bAT_eBKt4UxaF-6E41aliHhSCZ8yTTKMfPl8FZbu6xIF0wPvWp9rZpvbKVHOYQGeIqR2Zj-STG-09DND2H94DS2zBr5gBAXAw84HaYzwLXixZqoog/s400/criadoremmimdf6.jpgEste apelo da Palavra de Deus nos convida a uma vida de proximidade com Deus. Deus não se encontra inacessível. Ele é o Deus altíssimo, mas, ao mesmo tempo, está junto ao contrito e abatido de espírito. Ao sermos chamados para nos achegar a Deus, estamos convencidos de que não vamos bater em porta fechada.

Aproximar-se de Deus implica estar disposto a uma dieta espiritual, saboreando o genuíno leite espiritual (1Pe 2.2). Ninguém pode renunciar ao pão espiritual, alegando que no passado foi mais dedicado às coisas de Deus. Tal estoque não terá nenhum valor, caso não seja ministrado dia a dia em nossa vida.

Quando nos achegamos mais ao Senhor, somos lembrados de que não éramos absolutamente nada, nem povo, mas agora somos o povo de Deus, alcançados por sua infinita misericórdia. Em Cristo, somos raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus para proclamar o evangelho da salvação (1Pe 2.9-10).

Cada Dia
21 de abr. de 2010

Falsa esperança


Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras... - Efésios 2:8-9 Efésios 2:1-10
Uma bela cidade na Bavária, Alemanha, tem o mesmo nome de um lugar de horror - Dachau. Um museu nas terras deste famoso campo de concentração nazista atrai muitos aficionados pela história da Segunda Guerra Mundial.

Olhando ao redor, fica difícil deixar de notar as palavras enganosas gravadas num portão de ferro: Arbeit Macht Frei. Esta expressão - O Trabalho Liberta - era apenas uma mentira cruel para dar falsas esperanças para aqueles que entravam neste lugar de morte.
6 de abr. de 2010

FUNDAMENTOS DA COSMOVISÃO CRISTÃ


O cristianismo oferece as respostas mais contundentes para os grandes questionamentos da humanidade
Como você se posiciona frente aos vários acontecimentos do mundo? Qual a sua opinião a respeito do aborto e da sexualidade? Como você vê o casamento? Qual deve ser o destino da educação e da política?
Se alguém lhe dirigisse as perguntas acima, geralmente, a primeira atitude que tomaria antes mesmo de respondê-las seria “consultar” o seu arquivo pessoal de Princípios & Convicções existente dentro da sua cabeça. Analisaria tudo aquilo na qual acredita, e, daí sim, daria o seu pronunciamento. Sem saber, você estaria com isso colocando em prática a sua cosmovisão. Cosmo o quê? Explica-se:
O termo cosmovisão é uma tradução da palavra alemã weltanschauung, que significa ‘modo de olhar o mundo’ (welt – mundo, schauen – olhar). É a maneira como a pessoa encara, age e reage em relação aos acontecimentos. Em definição, cosmovisão é um conjunto de suposições e crenças que alguém utiliza para interpretar e formar opiniões acerca da sua humanidade, propósito de vida, deveres no mundo, responsabilidades para com a família, interpretação da verdade, questões sociais, etc.
14 de out. de 2009

Mãe de jovem brutalmente assassinada questiona Caio Fábio quanto a bondade de Deus.


Não deixem de ler a carta e a resposta. Simplesmente, algo verdadeiramente cristão e da parte de Deus, Pr. Pedro.
Anapolis, 29 de setembro de 2009.
Querido pastor Caio Fábio,
Eu sou uma mãe que acaba de perder uma filha linda, maravilhosa, de 26 anos, com apenas cinco meses de casada... Hoje faz sete dias que a perdemos...
Ela era poesia, cor, música e sensibilidade...
Nós somos uma família que conheceu Jesus quando as nossas três meninas tinham entre três e oito anos. Passamos por grandes lutas e desafios e congregamos na Igreja Presbiteriana do Setor Sul de Anápolis com o Pr Ronaldo Cavalcante.
Caio Fabio, seguimos os seus passos todas as vezes que você esteve por aqui.
Quarta feira passada por volta das 13 horas meu marido me falou que tínhamos que ir para Goiânia porque a nossa filha do meio, a Polyanna, tinha desaparecido...a minhas pernas sumiram....mas eu levantei e entrei no carro para ir para Goiânia, pois ela morava lá e estava casada e feliz.....
Apenas com 26 anos; a publicitária mais conhecida da cidade por causa da sua alegria e capacidade de incentivar empresários a acreditarem em seus próprios negócios.
Os homens da família foram para a delegacia... e nós as mulheres da família ficamos 30 horas orando, clamando a Deus e esperando o pedido de resgate, tendo em vista que o carro já havia sido encontrado com seus pertences dentro, e o mesmo havia sido queimado para apagar provas e digitais, dificultando o trabalho da policia...