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17 de mar de 2013

Os Improváveis


Se analisássemos a vida de todos os homens e mulheres que foram chamados e usados por Deus, observaríamos que cada um deles, aos olhos humanos, teriam pelo menos um motivo para não serem escolhidos como líderes e cooperadores na obra do Senhor.

A estabilidade econômica de Abraão nos levaria a pensar que ele não aceitaria o desafio de sair sem saber para onde.

Os artifícios de Jacó nos faria entender, que um caráter duvidoso como o seu, não o tornaria confiável.

A autossuficiência de Moisés nos sinalizaria problemas em suportar as pressões do dia-a-dia.

O sentimento de inferioridade de Gideão nos faria duvidar de sua capacidade de liderança.

A inclinação de Sansão por mulheres estrangeiras nos levaria a reprová-lo de imediato.

Pelo fato de se tratar de uma mulher, não daríamos à Débora credibilidade alguma.

A disposição de Davi em submeter-se aos seus superiores nos faria pensar que teria dificuldades para tomar iniciativas.

Os lábios impuros de Isaías nos conduziriam a desqualificá-lo para o ministério profético.

A meiguice e a amorosidade de João nos fariam duvidar de sua grande coragem.

A instabilidade emocional de Pedro não nos permitiria perceber seu sincero desejo de acertar.

A intelectualidade e o zelo religioso de Paulo provocariam em nós dúvidas quanto a possibilidade de ser removido de suas crenças, e do seu compromisso com o farisaísmo judaico.

Diante dos olhos do Senhor, e mediante o seu poder, misericórdia e graça, na vida destes personagens e em nossas vidas, o improvável se tornou possível, e o possível se tornou real.

"pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes;" (1 Co 1.27)

Fonte: Portal Fiel


19 de jan de 2013

Todos os ritmos louvam a Deus?



O que você acha?
Deixe sua opinião!
16 de jan de 2013

ELEIÇÃO: LIDERANÇA da SAF



Nesta quarta-feira (16/01) está sendo realizada a eleição da nova liderança da SAF na 1ª IPT.

Conheça um pouco a SAF:

ACAMPAMENTO 2013


Graça e paz irmãos!
Somos imensamente gratos a Deus por este projeto ter "saído do papel", isso é uma vitóriaaaaaaaaaa pra nós da Primeirona!
Precisamos ainda de muita oração pra que tudo ocorra como estamos planejando.
Então não esqueçam de interceder pelo acampamento da Igreja!

Você já fez sua inscrição? BÊNÇÃOOOOOO!
Você ainda não fez? Então corre que ainda dá tempo! Procure a Irmã Mayra (cel. 8808-5600).

Já temos o tema definido, em breve será divulgado. E os coordenadores já estão cientes de suas respectivas funções; temos bastante trabalho até lá...


....continuem orando, nosso acampamento vai ser uma bênção!
Abraço, fiquem na Paz!

Ricardo Jatobá
13 de nov de 2011

Deus não é apenas o Deus das segundas chances


Neste verão, meu marido Scott e eu tivemos um profundo interesse pelas nuvens. Recentemente vimos as mais incríveis imagens no céu. Lindas nuvens, fofinhas, brancas, parecendo algodão pelo céu, refletindo os lindos raios de sol. No pôr-do-sol, as cores são magníficas. Rosadas, amareladas, alaranjadas e azuladas. É de tirar o fôlego! Quase todas as tardes, Scott e eu andávamos ao redor da casa, apontando para o céu, maravilhados. Como crianças pequenas, identificamos nas nuvens dragões voadores e cachorrinhos usando chapéu.
Se as lindas nuvens deste verão me lembraram algo, foi pelo fato de que as nuvens se renovam todos os dias. (Eu sei. Raciocínio brilhantemente profundo, não é?) Novas formas e cores para que eu aprecie (até as acinzentadas, aparentemente sem graça). Você não gostou das nuvens de hoje? Sem problemas. Amanhã você terá um novo conjunto em oferta para escolher. Você nem precisa esperar até amanhã. Aguarde alguns minutos e o céu mudará.
Mas em meio a estas mudanças, existe uma permanência. A cada manhã o sol nasce. E a cada noite a lua brilha. Todos os dias, diversas nuvens cobrem o céu. É uma rotina, é uma certeza. Aparentemente, em meio a tanta criatividade, Deus ama a rotina. Assim como quando eu tinha 5 anos e meu pai me carregava, girando de um lado para o outro e eu gritava, “Quero fazer de novo!”, Deus ama “fazer de novo”, de novo e de novo.

Ao olhar para as nuvens, percebo: Deus não é o Deus das segundas chances. Coitados de nós se ele fosse o Deus da segunda chance! Ele é o Deus das infinitas chances! Assim como as nuvens, a graça de Deus sobre nós se renova todos os dias, todos os minutos. De formatos e cores diferentes, é claro. Mas está sempre lá, renovando-se e repetindo-se. É algo com que podemos contar.

Então se eu fizer algo de errado e disser algo impensado a meu marido (não que isso já não tenha acontecido antes, claro), me sinto mal por ter feito isso e logo faço isso de novo, e no dia seguinte, e no outro dia. Deus está aqui, me perdoa e me ajuda a crescer mais forte e mais madura, no dia seguinte, no próximo e no outro também. Talvez seja por isso que estamos aqui em vida durante um período: porque é necessária esta rotina criativa para que sejamos transformados à imagem e semelhança de Jesus.

Não sei se você se sente assim, mas diversas vezes em minha vida me culpei por algo estúpido que eu tenha feito. E sempre perguntei: Qual a medida da Graça de Deus para mim? Quando chegarei ao limite e ele dirá: “Não. Não há mais graça para Ginger. Ela não aprendeu a lição por 5,3 milhões de vezes, então chega de perdoá-la”?

Então olho para as nuvens e minha esperança é renovada. Porque enquanto as nuvens estão “fazendo de novo!”, nosso Deus nos diz: “Deixe-me fazer de novo. Aqui está minha misericórdia, graça e perdão para você, mais uma vez. E novamente, novamente e novamente.” Em poucos minutos na noite passada, vi meu dragão voador mudar para um ganso gigante. O chapéu do cachorrinho mudou para um algodão doce rosa com uma peruca do Elvis. Sorri, maravilhada com a abundante criatividade de Deus. E mais ainda, sorri com a rotina de tudo aquilo.


O autor de Lamentações de Jeremias, no Antigo Testamento, diz isto desta forma: “Todavia, lembro-me também do que pode me dar esperança: Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se a cada manhã; grande é a sua fidelidade!” (Lamentações 3.21-23).

Acho que nunca olharei para as nuvens da mesma maneira que olhava antes desta revelação. Porque elas apontam para um Deus que ama a rotina criativa, cuja fidelidade é tão certa para nós como o céu, e mais do que isso: aponta para o Deus das infinitas chances.


Fonte: Cristianismo Hoje
25 de mai de 2011

Evangélicos Tentam Anular Decisão da Justiça Sobre União Homoafetiva


BRASÍLIA – No último dia 5, a corte máxima da Justiça brasileira decidiu, por 10 votos a zero, reconhecer a união homossexual estável como unidade familiar. Na prática, ela foi equiparada à relação estável entre homem e mulher, permitindo que direitos e deveres comuns aos casais heterossexuais sejam estendidos aos casais do mesmo sexo.

“Achamos que o remédio para isso é o Parlamento aprovar um projeto de decreto legislativo, com fundamento na Constituição Federal, que diz caber ao Parlamento zelar pela sua competência. O remédio que tem é sustar, através do decreto legislativo, os efeitos dessa decisão (do Supremo). Agora, se a Casa terá esse mesmo entendimento e irá aprovar, evidentemente, depende de um debate a partir da apresentação desse projeto. Esta é a nossa disposição”, adiantou o presidente da FPE, deputado João Campos (PSDB-GO).

Na avaliação dele, o Supremo vem praticando um “ativismo judicial perigoso”, invadindo a e atropelando a competência do Legislativo.

“Isso é muito ruim para o Estado Democrático de Direito, pois ofende o princípio da separação de poderes, fere o princípio do equilíbrio entre os poderes. O Judiciário não tem legitimidade democrática para alterar nenhuma norma. Ele pode interpretar. Em alguns casos, como o da união homoafetiva, como o da fixação do quantitativo das câmaras de vereadores, como o da fixação das regras para o uso de algemas, o Judiciário não interpretou lei nenhuma, mas legislou. Isso é um absurdo. É como se o Parlamento, em nome da demora do poder Judiciário, avocasse processos aqui para que nós pudéssemos dizer a sentença”, acrescentou.

Sobre as críticas de que o STF teria sido impelido a se posicionar em relação à união estável homoafetiva diante da suposta inércia, do vácuo deixado pelo Legislativo, rebate:

“Esse argumento é falacioso. Se a própria Constituição e o Código Civil criaram uma regra, que, do meu ponto de vista, não cabe nem interpretação de tão clara que é, não há vácuo. Outro argumento que os ministros do Supremo utilizaram foi o da demora do Parlamento em deliberar. Onde é que está escrito que, quando o Parlamento demora a decidir por que a sociedade não constituiu dentro dele uma maioria acerca daquele assunto, outro poder tem que decidir? Se o argumento da demora vale para o Judiciário, então, vale para o Legislativo em relação ao Judiciário. Então, nós poderíamos alocar o processo do mensalão, que está quase prescrevendo sem que o Judiciário se pronuncie, e dizermos a sentença. Isso não tem cabimento”, provoca.

“KIT GAY” – O material do projeto “Escola sem Homofobia”, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) para ser distribuído em colégios da rede pública, também vai receber marcação cerrada dos parlamentares religiosos.

Segundo João Campos, que participou na quarta-feira da reunião entre deputados evangélicos, católicos e o ministro Fernando Haddad, ficou acertado que a Frente Parlamentar Evangélica, a Frente Parlamentar da Família e a bancada católica irão compor uma comissão para examinar o material, que recebeu a pecha de “kit gay”.

“Esta comissão será nossa interlocução com o MEC. Ela, em nosso nome, irá examinar o conteúdo do kit, que não será aprovado antes de ser avaliado pela comissão. A ideia é verificar se há excessos sob nossa visão”.

O deputado afirma que, se forem atendidas todas as exigências da comissão, não há objeção quanto à aprovação do material anti-homofobia. Entretanto, pondera em tom de crítica:

“Se ele se adequar àquilo que achamos razoável do ponto de vista pedagógico, não há por que ter objeção. Só achamos que o governo, ao invés de fazer um material que previna preconceito, discriminação a gays, deveria elaborar um material que pudesse prevenir preconceito, violência contra qualquer pessoa. Por que um material apenas para este segmento?”

Ele confronta a ideia de que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais seriam mais vulneráveis à violência em razão da intolerância.

“A sociedade brasileira não é intolerante, preconceituosa. Graças a Deus, as ocorrências de intolerância em relação a preconceitos são muito pontuais. Pela nossa formação, essa miscigenação que ocorreu no Brasil, somos uma síntese da sociedade mundial. Mas o que parece é que o governo brasileiro e o movimento homossexual querem vender para o mundo que a sociedade brasileira é intolerante. Querem criminalizar condutas, oferecer toda uma estrutura de governo para enfrentar a intolerância. Se for assim, teremos que criar um plano nacional de cidadania para os religiosos, para os ciganos, daí por diante, com a mesma linha, com a mesma estrutura, o mesmo financiamento do voltado para o movimento homossexual”.

Na interpretação dele, as estatísticas sobre crimes motivados por homofobia no Brasil não encontram paralelo com a realidade.

VAZAMENTO – Durante a reunião com parlamentares católicos e evangélicos, o ministro da Educação, Fernando Haddad, negou que alguns materiais em circulação, atribuídos ao kit anti-homofobia, tenham sido aprovados pelo MEC.

“O ministro disse que o governo contratou uma empresa para elaborar o material, que só agora o apresentou ao ministério. Segundo ele, houve um vazamento. Nós estamos presumindo que o vazamento partiu da empresa contratada. Aí, o nosso questionamento, como uma empresa contratada pelo governo para elaborar um material dessa natureza, se antecipa e coloca na mídia? Queremos que seja apurada a responsabilidade. Senão, vamos concluir que houve concordância, aquiescência do governo. Mas independentemente de ele ter concordado, vamos fazer uma representação para que isso aconteça”, avisa.



Com informações Jornalweb/ Jornal Alagoas