Copyright © Primeirona
Design by Dzignine
25 de set. de 2009

Vaso Quebrado


Em Londres, em uma sala especial do British Museum, pode-se admirar uma peça única: um vaso muito precioso. Certo dia, alguém deixou esse vaso cair. O resultado foi centenas de estilhaços no chão. Chamaram um especialista que, com muita paciência, recolheu os fragmentos e reconstituiu o vaso, o qual pode ser visto atualmente. Quem não conhece a história, nunca poderia imaginar que esse magnífico objeto já foi um monte de cacos. As uniões são praticamente invisíveis ao simples olhar. Uma placa relata o ocorrido e, ao lê-la, muitas pessoas ficam totalmente surpresas.
A história desse vaso em três etapas nos lembra a do homem: sua beleza original, sua destruição e sua restauração. O ser humano foi criado perfeito, “à imagem de Deus”, porém no momento da queda, sua desobediência o conduziu à uma degradação total por causa do pecado. A imagem inicial foi completamente deformada. Ainda hoje, pela graça e obra perfeita de Cristo, o ser humano pode adquirir uma beleza divina. O estado de inocência não pode ser recuperado, mas no novo nascimento, cada pecador arrependido recebe a vida que Jesus Cristo dá, passa a conhecer a bondade, a misericórdia e o amor de Deus. Assim, salvo da ruína, aquele que estava separado da vida de Deus pode viver agora somente para a glória dAquele que o restaurou.
GMC
http://www.getsemani.com.br/content.asp?id=4583&local=artigo
22 de set. de 2009

Levante os olhos e veja


“Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa.” (João 4:35)
Neste verso, Jesus ordena aos seus discípulos que ergam os olhos e vejam como os campos branquejam para a ceifa. Ele estava se referindo à visão espiritual, à conversão de vidas, à salvação. Tal diálogo acontece no intervalo entre a conversa com a mulher samaritana à beira do poço e o seu retorno com uma multidão de pessoas.
Na comparação entre o período natural da colheita agrícola, Jesus ensina que a sua obra não é contingenciada pelos labores individuais, mas pelo agir de Seu Espírito. Reparem, a colheita que eles presenciariam não era fruto de seus esforços. Deus, anteriormente, já havia enviado seus mensageiros para gerarem o anseio de salvação na vida daquelas pessoas. Agora, uma mulher, cheia de defeitos e até marginalizada pela sociedade anuncia a chegada do Messias. Essa mulher samaritana, cujo o nome nem é referido, não tinha curso de formação evangelística ou preparo teológico, ela simplesmente havia se encontrado com o Mestre.
14 de set. de 2009

Pastoral de setembro


A VERDADEIRA LIBERDADE
Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão (Gl 5:1).
Em setembro de 1822, portanto, há menos de duzentos anos, o Brasil proclamou a sua independência, libertando-se do julgo de Portugal e obtendo, assim, a sua liberdade política.
Igualmente, há quase dois mil anos, o Senhor Jesus clamou na cruz do Calvário: "Está consumado", proclamando a "declaração de independência" do crente. Toda a humanidade estava debaixo da tirania do pecado e da morte, mas Cristo, o Único sem pecado, tomou o nosso lugar no Calvário e morreu pelas nossas iniqüidades. Assim, depois de ter satisfeito as justas exigências de Deus-Pai, agora, o Senhor Jesus, o Deus-Filho, liberta para a eternidade todos os que crêem n'Ele.
Paulo, em Gl 3:13, nos diz que "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós". E, em Rm 8:1-2, o apóstolo nos assegura que "... agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus... Porque a lei do Espírito de Vida, nos livrou da lei do pecado e da morte".
Desta maneira, Gálatas 5:1, anunciado acima, nos motiva a todos, que fomos resgatados, a estar "firmes na liberdade com que Cristo nos libertou". E, portanto, cada um de nós deve agradecer, diariamente, a Deus pela liberdade que desfrutamos como brasileiros que somos, vivendo num país onde existe e se pratica a democracia. Mas, acima de tudo, nós, os crentes em todos os cantos do mundo, devemos louvar a Deus pela liberdade que encontramos em Cristo Jesus, porque a nossa maior liberdade é sermos livres do pecado.
No amor de Cristo,
Rev. Pedro Corrêa Cabral